Estão há um mês em Portugal, mas as famílias de #Refugiados já se dizem muito bem integradas e felizes com seu novo país. Segundo informa o jornal “Diário de Noticias”, a transição de países está acontecendo com uma enorme dificuldade e os mais jovens já começaram a ter aulas de português, para que possam conseguir se adaptar o mais rapidamente possível. Desde médica a jogar de futebol, os jovens refugiados sonham agora com altos voos, em um país que finalmente podem ter a segurança e liberdade necessárias para saírem brincar na rua.

Com apoio garantido de 10 meses e vivendo em apartamentos de tipologias T3 e T4 completamente equipados, os refugiados querem agora aproveitar da melhor forma seus primeiro tempos em um novo país, confessando que agora pretendem apenas “viver como qualquer outra pessoa”.

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Porém, principalmente nas redes sociais, muitas são as críticas a esses apoios dados aos refugiados que estão chegando a Portugal e têm todas as condições necessárias para uma vida digna e feliz. Em uma altura que o país está ainda atravessando uma grave #Crise econômica e social, principalmente devido ao elevado nível de desemprego, milhares de trabalhadores, que com salários baixos lutam pela sua sobrevivência, afirmam que seu dinheiro de impostos devia ser prioritariamente para outros portugueses que estão passando muitas dificuldades e não imediatamente para ajudar “pessoas que vêm de fora”.

Tal como garante o jornal “Diário de Notícias”, para Fouad Nadeem, um refugiado sírio que está vivendo em uma localidade portuguesa há um mês, a grande contrariedade e receio é mesmo o desemprego que se verifica em Portugal, visto que os apoios que estão recebendo do centro de refugiados vão acabar em cerca de 10 meses, dinheiro esse que é público e pago na totalidade por todos os portugueses que estão trabalhando e descontando para o Estado.

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Até ao Natal, em Portugal, se espera que o país receba até 50 refugiados, em um número bastante mais reduzido do que se estava à espera, visto que Portugal se ofereceu para acolher cerca de mil refugiados em 2015. #Europa