A guerra contra as drogas já se mostrou ineficaz há muito tempo, já foi constatado que toda violência que gira em torno da Cannabis Sativa (nome científico da maconha) está relacionada com a sua proibição e não pelo uso da droga em si.

O país que proíbe a maconha só tem a perder por diversos motivos, pois o usuário de maconha não deixa de fumar por ser ilegal, os únicos que se beneficiam com a proibição são os traficantes. Já foi comprovado cientificamente os benefícios do uso do cannabis no tratamento de diversas doenças, logo, com a proibição a ciência tem uma barreira para conduzir pesquisas para a produção de medicamentos e até mesmo fazer estudos mais detalhados da planta.

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Outro quesito, também de perda de um país que opta pela proibição, são os fins comerciais que a planta possui, não somente na medicina e recreação, mas também na industria têxtil, a fibra da cannabis é muito resiliente e através dela se faz o cânhamo, um tecido altamente resistente que pode ser usado para a produção de roupas e materiais náuticos.

Se já não bastasse tudo isso, quando se regulamenta algum produto e/ou planta, é possível arrecadar impostos com os mesmos, aumentando assim o PIB de um país.

Alguns países já se tocaram que a guerra as drogas só traz prejuízo e resolveram regulamentar, o Uruguai foi o primeiro da América do Sul a romper essa barreira e agora outros países estão seguindo o seu exemplo.

No dia 21 de outubro de 2015, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, assinou o decreto no Conselho dos Ministros, que regula a posse e o cultivo de sementes e plantas de maconha além de regulamentar os processos de produção, fabricação, exportação, distribuição, comércio, uso e posse de maconha e seus derivados, entretanto é restrito para fins medicinais e científicos.

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(Não, não se poderá comprar pela simples vontade de fumar um).

Segundo o site G1, a norma possui 7 capítulos e 45 artigos que fixam as regras que as pessoas físicas e jurídicas devem seguir para pesquisar e/ou produzir as substâncias derivadas da cannabis (óleos, extratos, comprimidos, soluções, xaropes e cremes) para o uso medicinal.

O decreto define quais são os tipos de atividades específicas que são permitidas, quais as áreas de cultivo e produção, quem são os beneficiários dessa prática, além de informar os requisitos e limites para os planos de fabricação, pesquisa e exportação dos produtos. #Curiosidades #sistema de saúde