Uma combatente curda, que se encontra na linha da frente contra o #Estado Islâmico, garante que as mulheres podem ser uma grande vantagem no combate ao Estado Islâmico. Segundo informa o canal “CNN”, o departamento feminino da Unidade de Proteção Popular curda aponta o fato dos terroristas do Estado Islâmico terem medo de combater contra mulheres como uma vantagem que deveria ser melhor aproveitada pelas forças curdas. “Eles acreditam que se alguém do Estado Islâmico é morto por uma mulher, não vão para o céu. Eles têm medo das mulheres”, garantiu uma jovem combatente.

Depois dos atentados em Paris, a coligação internacional, representada por Inglaterra, França, Rússia e Estados Unidos, avançou de imediato para a opção de bombardeios na Síria, como forma de derrotar o Estado Islâmico, porém, passado quase um mês desde o massacre, melhores opções estão surgindo.

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Com a declaração de guerra feita pelo grupo de hackers “Anonymous”, o maior grupo terrorista do mundo perdeu muita força nas redes sociais e agora, no combate para recuperar a Síria, em uma #Guerra Civil que está matando milhares de pessoas, as mulheres podem ser a força necessária para derrubar os terroristas. As combatentes da Unidade de Proteção Popular curda, que estão na linha da frente na guerra, corroboram a informação de que o Estado Islâmico tem muito medo de combater contra militares femininos, tal como garante o canal “CNN”. 

Uma jovem combatente curda chamada Telhelden também disse que por essa crença de "não ir para o céu" - uma vez que segundo eles, combatem pelo Islã - os faz ter receio de atacar as combatentes mulheres.

O departamento feminino das forças curdas foi formado há três anos e pode agora ser essencial no combate na Síria contra a maior ameaça à segurança no Ocidente.

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Com cerca de 10 mil combatentes, as mulheres curdas acreditam que essa pode ser a vantagem decisiva para derrotar o maior problema social deste século e que, por isso, tencionam ficar na linha da frente contra o #Terrorismo, ajudando a reconquistar a Síria, que está quase na sua totalidade dominada pelo Estado Islâmico.