Em um almoço que juntou dezenas de #Refugiados em Portugal, muitas são as críticas e as dificuldades apontadas pelos presentes. Em uma reportagem realizada pelo canal “RTP," o desemprego e a falta ou os poucos apoios que recebem foram as principais causas apontadas por quem já vive em Portugal há vários anos. Em um momento em que o país vai receber seu segundo grupo de refugiados sírios, quem já está em Portugal disse o que vai mal na sociedade portuguesa e na sua tentativa de integrar famílias que vêm do estrangeiro em situações de guerra.

“Eu quero perguntar ao governo se as pessoas, os refugiados, que recebem 500 euros, além de casa, gás, água, como podem não procurar comida no lixo.

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Em 2009 me escrevi no Centro de Emprego, todos os meses me enviam uma carta, dizendo que não tem trabalho”, afirmou um refugiado iraquiano, que conseguiu fugir da guerra no Iraque em 2009, mas que está passando muitas dificuldades em Portugal, ao canal “RTP”.

Além do desemprego e dos apoios, que segundo Ayad não são suficientes, os problemas com burocracias na inscrição na Segurança Social, por exemplo, estão também dificultando a integração total e plena dos refugiados que já estão vivendo em Portugal há algum tempo. Com a chegada de 50 imigrantes da Síria, os problemas apontados pelos que já estão presentes no país podem se naturalmente dificultar. Conseguirá um país, em recuperação financeira, responder às exigências de um número elevado de refugiados?

Na verdade, não é só Portugal que está dificultando dificuldades na integração de seus refugiados, visto que no geral todos os países europeus não estão conseguindo cumprir com o acordado inicialmente para conseguir resolver da melhor maneira possível esse novo grande desafio para o Ocidente.

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As dificuldades são tantas que, nessa semana, Angela Merkel já afirmou que as fronteira da Alemanha tem que obrigatoriamente travar a entrada incalculável de pessoas o mais rapidamente possível, contrariando sua ideia inicial de que a Alemanha queria ser um exemplo para toda a Europa. #Europa #Crise econômica