A Rússia é um dos países que mais investem em tecnologia no mundo e quando o assunto é segurança, não podia ser diferente. A empresa russa OPK (tradução da sigla 'Corporação Unida de Construção de Equipamentos'), acaba de encerrar com sucesso os testes de um novo comando aéreo de direção estratégica, conhecido como o 'avião do juízo final', dado o seu potencial e tecnologia investida.

A empresa entregará o sistema ao Ministério da Defesa Russa ainda esse mês, revolucionando ainda mais os equipamentos e meios de transporte oficial da defesa armada da Rússia. O único 'concorrente' da Rússia quanto ao uso desse tipo de equipamento são os Estados Unidos, que possuem tecnologia semelhante à adotada por Vladimir Putin.

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Por que 'avião do juízo final'?

O avião com essa tecnologia é capaz de continuar suas atividades mesmo em casos de instabilidade terrestre, como guerras e terremotos, bem como pode ser operado normalmente caso ocorra falha ou falta de comunicação e inoperabilidade dos pontos terrestres de orientação ao piloto. A OPK ainda ressaltou que essa tecnologia irá assegurar uma excelente gestão estratégica de qualquer tipo de tropa do governo.

A tecnologia implantada permite que não só ocorra a direção inteligente de aeronaves, mas também pode ser utilizada pela marinha do exército russo e tropas terrestres.

Antes mesmo da entrega oficial do equipamento ao governo russo, representantes de Vladimir Putin já destacaram que o país já trabalha no desenvolvimento de uma tecnologia ainda superior a esta, sendo considerada de terceira geração.

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Tensão

Poucos dias antes dos ataques de Paris, o clima entre Rússia e demais países, sobretudo os Estados Unidos, já andava de mal a pior. Isso porque Vladimir Putin chegou a alegar publicamente que os EUA são os responsáveis pela criação do ISIS e discordou do país de Obama em diversos pontos referentes a guerra contra o #Terrorismo. Na semana dos ataques na França, o Estado Islâmico gravou um vídeo em que diz que vai 'derramar sangue russo como se fosse um oceano'.

Vladimir autorizou a participação da Rússia na coalizão que visa destruir os terroristas e teve um de seus caças abatidos pela Turquia. O clima entre as nações voltou a ficar tenso e a Rússia voltou a ser o centro das atenções frente aos conflitos mundiais. Como represália ao caça abatido, o presidente assinou um decreto com diversas sanções à Turquia e aos turcos que vivem na Rússia. #Estado Islâmico