Um conhecido jornal norte-americano circulou na semana passada revelando que uma determinada pessoa simpatizante anônima do #Estado Islâmico - EI, disse que os terroristas adaptaram e atualizaram um método no mínimo hediondo, de contra-atacar e combater os ataques que vem se sucedendo diariamente da parte de vários países contra o EI na Síria principalmente e Iraque.

O jornal dos EUA apontou que o site de notícias e informações de nome Vocativ acabou descobrindo uma "estratégia complexa a ser usada no contra-ataque as aeronaves de combate da coalizão que executam as perigosas missões antiterrorismo no território iraquiano." Basicamente, os terroristas colocam bombas menos pesadas amarradas em pássaros que foram especialmente adestrados para seguir voo em direção aos caças dos países da coalizão e também da Rússia, e assim detonar o explosivo que trazem consigo.

No passado existiram os cães-bomba usados em guerrilhas e treinados para correrem sob os tanques com explosivos.

Publicidade
Publicidade

Há ainda golfinhos que são “recrutados” para missões de guerra como batedores ou para transportar explosivos junto a submarinos e navios dos inimigos. Ainda na época dos soviéticos, a TV russa mostrou um navio russo fazendo o funeral de um golfinho em alto mar, o qual trabalhou com os militares russos e por isto eles lhe prestaram todas as honras militares, como para um “camarada”, conforme a cultura da Rússia.

Ainda de acordo com o jornal norte-americano, o simpatizante do EI apontou a utilização da bomba Urea, que é um mecanismo no qual ele acredita, que tenha sido semelhante ao usado pelo EI na derrubada e destruição do avião russo do voo A-321, que em outubro, espatifou-se na Península do Sinai, Egito. 

O simpatizante dos militantes islâmicos deu mais informações, dizendo que as duas espécies principais de pássaros para o objetivo mortal seriam: o conhecido falcão peregrino e uma espécie de abutre que tem habitat na África, chamada de grifo de rüppel.

Publicidade

Esses animais habitam em regiões específicas, mas o amigo dos terroristas concluiu que os pássaros "podem ser movimentados por contrabando ou encontrados nos zoológicos do Iraque e da Síria".

O jornal estadunidense disse que ao longo de 2015, foram relatados casos já confirmados de terroristas militantes do Estado Islâmico, tentando implantar explosivos e bombas em simples galinhas, objetivando assim a transformação dessas aves em “galinhas-bombas”. #Natureza #Terrorismo