O tão sonhado ano de paz parece que será difícil de acontecer, pelo menos em Israel onde um atirador matou duas pessoas e feriu pelo menos outras oito nesta sexta-feira, dia 1º de janeiro.

Foi um bar no centro de Tel Aviv onde tudo aconteceu e o atirador ainda está foragido e ninguém sabe o que teria levado aos disparos que ocorreram logo no início da tarde. O bar encontra-se em uma movimentada esquina e logo após os tiros o criminoso fugiu.

As vítimas feridas foram levadas em estado grave para o hospital e a polícia segue em busca do atirador, contando com a ajuda das denúncias feitas pela população para ajudar em sua localização.

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Agora as autoridades israelenses estão investigando se este ato teria sido cometido por um terrorista ou se foi mais um #Crime comum na cidade.

Várias câmeras de segurança flagraram o momento dos disparos e mostram o atirador entrando em um comércio bem em frente ao bar e somente depois é que ele deu inicio aos disparos.

Ao entrar na mercearia o atirador comprou algumas frutas secas e as colocou em uma sacola. As imagens das câmeras não mostram o que ele fez em seguida, mas depois ele aparece novamente devolvendo as frutas adquiridas.

Em seguida o atirador apoiou sua mochila em alguns carrinhos de compra que estavam na mercearia e desta mochila ele tirou o fuzil com o qual fez os disparos.

Os primeiros tiros disparados foram em direção a um lado do bar e depois ele apontou o fuzil para o outro lado do mesmo bar e continuou com os disparos.

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Foi possível identificar até agora que o atirador tem feições ocidentais, estava de roupa preta e usava um óculos, talvez para ajudar a disfarçar um pouco, para não ser reconhecido tão facilmente.

Um cerco foi formado em Tel Aviv, mas até o momento ninguém foi detido. O massacre aconteceu em um momento tenso entre palestinos e israelenses, pois desde o último mês de setembro que são registrados ataques quase que diários na região.

Mais de 20 israelenses já foram mortos, boa parte destes por esfaqueamento ou tiros, enquanto que 131 palestinos foram mortos e Israel garante que a grande maioria destes foram responsáveis pelos ataques. #Terrorismo