Os serviços secretos da Turquia afirmaram, na passada quarta-feira, dia 13, que já estavam esperando que Istambul iria ser alvo de um #Ataque terrorista. Estes serviços secretos afirmam mesmo que já sabiam que o ataque que tirou a vida a dez alemães iria aconteceu em Istambul e Ancara. O diário em língua inglesa "Hürriyet" já disponibilizou vários dados que provam que a polícia e as autoridades turcas já tinham sido alertadas para a possibilidade de 19 suspeitos militantes do próprio Estado Islâmico terem conseguido entrar no país.

A polícia turca ficou em alerta, depois destes dados, porque suspeitava que estes dezanove suspeitos pertencentes ao Estado Islâmico tinham como principal objetivo atacar e provocar os maiores danos possíveis em vários edifícios, relacionados principalmente com a NATO, mas também atacar em zonas de maior atração turística e locais onde existisse mais movimento nas ruas para que os danos causados pelo ataque fossem os maiores possíveis.

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As autoridades da Turquia afirmam que já sabiam da existência destes dezanove suspeitos jihadistas (são dez homens e nove mulheres) mas segundo a polícia turca,  o autor dos atentados da passada terça-feira, dia 12, não está incluído nestes dezanove suspeitos que estavam em alerta máximo. A Turquia acredita que o bombista suicida que provocou o ataque a Istambul seja Nabil Fadli (um militante de apenas 27 anos e com origens na Síria). No entanto, o Governo da Turquia ainda não confirmou esta hipótese levantada pelas autoridades turcas.

As autoridades turcas acrescentaram ainda que o nome deste provável bombista suicida foi descoberto pelos próprios serviços de imigração da Turquia durante os primeiros dias do mês de janeiro. No entanto, o nome deste bombista suicida não se encontrava na lista dos dezanove suspeitos que estavam sob máxima suspeita. O ministro turco do Interior declarou em conferência de imprensa que já é certo que as impressões digitais de Nabil Fadli foram recolhidas e que existem dados deste bombista.

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#Terrorismo #Crime