A milenar e fascinante Grécia tem atraído a atenção mundial ultimamente, não só pela sua história e beleza singulares, mas também pela terrível #Crise econômica que vem assolando o país nos últimos anos, e pelos acontecimentos, no mínimo tristes, que envolvem os refugiados que tentam atravessar o mar Mediterrâneo em embarcações precárias, chegando até as ilhas gregas, onde o povo local acaba por socorrer essas pessoas menos afortunadas que fogem da guerra, da fome e do terrorismo.

Por outro lado, na última sexta-feira (22), a agência de classificação de risco S&P - Standard & Poor's, a qual publica pesquisas e análises acerca de títulos e bolsas de valores de todo o mundo, elevou finalmente a classificação soberana (dívida contraída ou assegurada por um país soberano ou pelo banco central do mesmo) da República Helênica, ou Grécia, da nota de risco CCC+ para B-, mediante a argumentação de que o governo grego de Atenas terá êxito em cumprir "antes de março" os termos estabelecidos previamente entre a Grécia e seus credores, referentes às reformas financeiras e econômicas do plano de socorro negociado em julho de 2015.

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A classificação da nota de risco da dívida soberana da Grécia subiu em um nível e apresenta previsão de estabilidade já um dia antes de se completar o aniversário de um ano de chegada ao poder do primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, pertencente ao partido de esquerda Syriza.

É interessante salientar que a classificação tinha sido elevada anteriormente, mais especificamente em julho de 2015, justamente por ocasião em que Tsipras resignou-se a aceitar um terceiro acordo de auxílio à Grécia, tendo tal plano a validade de cinco anos e equivalendo a cessão de 86 bilhões de euros aos gregos, desde que o país realizasse reformas profundas na sua economia e modelo de governo.

Literalmente, a agência S&P se expressou com as seguintes palavras sobre o acordo econômico e ajuda para a Grécia: "antes do final de março, apesar das divergências entre o governo e seus credores, pensamos que a Grécia cumprirá as condições de reforma relacionadas a seu programa de apoio financeiro...

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abrindo caminho para discussões sobre a redução legal de sua dívida". #Europa #União Europeia