O procedimento aconteceu na última quinta-feira, 21 de janeiro de 2016 e foi a primeira execução no estado do Alabama, nos Estados Unidos desde o ano de 2013.

Christopher Brooks foi condenado à morte por uma série de crimes que são eles: estuprar, roubar e assassinar Jo Deann Campbell no ano de 1992.

Brooks morreu após a administração de uma injeção letal a mando do estado, ele tinha 43 anos e sua defesa tentou por diversas vezes suspender a execução. Ele foi dado como morto especificamente às 18:38 da última quinta no horário de Alabama, 22:38 no horário de Brasília, as informações são do DCA – Departamento de Correções do Alabama.

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Ainda de acordo com o DCA ele foi executado na cidade de Atmore na prisão Holman.

De acordo com o processo de Christopher Brooks, ele e Jo Deann Campbell se conheceram em um acampamento de verão, onde ambos trabalhavam como monitores. O primeiro encontro teria acontecido em um desses acampamentos no ano de 1990, na cidade de Nova York.

Mas o crime foi acontecer dois anos mais tarde, quando Christopher foi passar a noite de 30 de dezembro de 1992 na residência de Jo Deann Campbell na cidade de Homewood, Alabama, segundo a documentação da época Campbell não foi ao trabalho do dia 31 de dezembro, o que gerou um desconforto e a polícia foi procura-la em sua residência, onde a encontraram de baixo da cama, com poucas roupas com diversas marcas no corpo e repleta de escoriações.

Alguns dias mais tarde na cidade de Columbus, Geórgia, Christopher Brooks cometeu um erro, usar o cartão de crédito de Campbell comprando bebidas e diversos produtos a mais, além do cartão de crédito Books estava em posse da chave do carro de Jo.

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Na casa de Campbell a investigação obteve muitas impressões digitais que remeteram a Christopher Brooks, isso foi um dos pormenores, pois também foi encontrado sêmen de Brooks na casa da vítima.

Buscando postergar e até mesmo impedir que acontecesse a execução de Christopher Brooks, a equipe de defesa apresentou alguns dois recursos na mais alta corte americana, a Suprema Corte dos Estados Unidos da América, entre suas argumentações os advogados alegaram que a pena de morte no Alabama é semelhante à da Flórida (outro estado americano). O motivo de tentar equiparar as duas penas é simples e seria o ideal se fosse aceito, a pena de morte por injeção letal da Flórida foi considerada inconstitucional há alguns dias, mas como já era esperado, os recursos foram negados e Christopher Brooks acabou sendo executado.

Foi a primeira injeção letal utilizada no estado do Alabama que contém em sua fórmula midazolam, se trata de uma substancia polêmica que falhou por três vezes no ano de 2014, mas a Suprema Corte liberou seu uso há alguns meses atrás.

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Brooks já é o terceiro prisioneiro a ser executado em 2016, e o 1.425 dede que foi liberado a pena de morte no país.

Na próxima quarta-feira está previsto mais uma execução, desta vez no estado do Texas, o réu James Freeman, que foi condenado à morte por ter cometido um assassinato em 2007. #Curiosidades #Crime #EUA