Após a revoltante situação ocorrida em frente à catedral e à estação de trem de Colônia, na Alemanha, em plena noite da véspera de Ano Novo, na qual pelo menos 120 mulheres relataram terem sido vítimas de violência, roubos e agressões sexuais por parte de um grupo de homens, uma comunidade formada no Facebook, da vizinha cidade de Dusseldorf, anunciou que vai patrulhar as suas ruas para que atos semelhantes não possam mais ocorrer.

Sob a máxima de “um por todos e todos por um”, os autointitulados “vigilantes” já contam com mais de 8 mil membros registrados, e dizem que sua intenção é proteger o futuro de suas mulheres, além de tornarem o ambiente da cidade um lugar seguro, para que as cidadãs não tenham medo, por exemplo, de andarem sozinhas, sem o temor de que possam ser vítimas de um possível #Ataque a qualquer instante.

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A polícia alemã declarou que é preciso cautela com relação à iniciativa dos populares, uma vez que pode levar a atos de violência contra inocentes, ao fazerem “justiça com as próprias mãos”. Através de um porta-voz, o órgão de segurança afirmou: “A polícia é a responsável pela segurança pública na Alemanha. Procurar por infratores deliberadamente não é trabalho para os cidadãos”.

No entanto, existem relatos de que os imigrantes têm insultado constantemente os policiais, dizendo que são “intocáveis”.

Ataques

As ações criminosas também ocorreram em outras cidades alemãs, como, por exemplo, em Hamburgo e Stuttgart. Um fato chocante quanto aos ataques em Colônia é que mais da metade dos 32 suspeitos identificados haviam solicitado pedido de asilo, pelo fato de serem imigrantes.

Pelo menos mil imigrantes são suspeitos de pertencerem às gangues que realizaram os ataques.

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No sul da Alemanha, 3 sírios foram presos, acusados de terem estuprado 2 garotas alemãs de 14 e 15 anos de idade. Dois dos acusados possuem apenas 14 anos, e o maior possui 21. As garotas foram detidas, supostamente, na casa do maior de idade, durante várias horas, no vilarejo de Friedlingen.

Esta situação de assédio e violência sexual é uma tendência repugnante. Um fato semelhante ocorreu na Finlândia, na capital Helsinque, também na noite de Ano Novo, onde 3 requerentes de asilo político foram levados sob custódia, acusados de assédio sexual. #Casos de polícia #Crise migratória