O mundo amanheceu em pânico depois que a Coreia do Norte afirmou ter realizado um teste com uma bomba nuclear, do qual obteve sucesso. O teste foi realizado com o aval de Kim Jong-un, o ditador norte-coreano conhecido por seus atos de autoritarismo e crueldades.

Diversos países condenaram a ação, uma vez que o uso de bombas nucleares podem desencadear grande destruição em massa, o que geraria uma guerra e caos em todo o mundo. A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, foi a primeira líder de Estado à condenar o teste do país vizinho. Ela cobrou sanções rigorosas do Conselho de Segurança da #ONU.

Shinzo Abe, primeiro ministro do Japão, declarou publicamente que o teste nuclear norte-coreano é uma ameaça à segurança internacional.

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O governo japonês já colocou jatos Kawasaki T-4 para coletar poeira atômica em voos noturnos de vigilância.

A China também condenou o teste nuclear, devido a falta de qualquer necessidade para tal e os perigos que esse tipo de bomba pode causar à humanidade. Já o governo de Vladimir Putin, da Rússia, condenou o teste e declarou que o ato norte-coreano fere o direito internacional e coloca a comunidade global em perigo de destruição imensurável.

Autoridades britânicas, francesas e indianas também manifestaram preocupação com o teste nuclear, bem como a #União Europeia deixou bem claro que o teste da Coreia do Norte viola explicitamente as regras do Conselho de Segurança da ONU.

Federica Mogherini, chefe da diplomacia europeia, fez um comunicado oficial alegando que a Coreia do Norte precisa deixar imediatamente o que chama de 'comportamento perigoso e ilegal', a fim de retomar o diálogo do país com a comunidade internacional.

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Outros chefes de Estado, dentre eles países aliados à Coreia do Norte também condenaram esse tipo de teste e suas possíveis consequências.

O Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir essa questão e ainda não divulgaram nenhum consenso entre os representantes do quinze Estados membros, sendo cinco deles permanentes: Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido.

O que você acha desse primeiro fato de repercussão mundial desse ano? #EUA