O Brasil é, atualmente, o país mais atingido pelo vírus Zika em todo o mundo. No entanto, as autoridades colombianas têm medo de que o seu país seja afetado em mais de 700 mil casos durante este ano. A situação está sendo acompanhada com muita atenção pelo governo de Bogotá. 

O vírus Zica é uma infecção é causada muito vulgarmente pelo vírus ZIKV e é transmitida muitas vezes pelo mosquito Aedes aegypti, que é o mesmo transmissor de outros vírus, como a dengue e também a febre chikungunya. Os principais sintomas das pessoas que estão afetadas com este vírus são basicamente a febre alta (entre 37,8ºC e 38,5ºC), muitas dores nas articulações mas principalmente nas mãos e nos pés, dores nos músculos e em todo o corpo e também dores de cabeça.

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Os sintomas são leves e podem vir desaparecendo em cerca de 4 a 7 dias.

O ministro da saúde, Alejandro Gaviria, explicou que está previsto que este vírus Zica se expanda de uma forma muito semelhante com o que aconteceu com o vírus Chikungunya durante o ano passado. A Colômbia, devido a estes dados, já alertou para que todas as mulheres do país tentem adiar ao máximo as suas gravidezes para evitar danos para os seus filhos.

De acordo com os dados recolhidos até dia 15 de janeiro pelo instituto de saúde da Colômbia, o país já conta com mais de 10 mil casos (mais especificamente 10.837 casos) confirmados de infeções causadas pelo vírus Zika, proveniente do mosquito Aedes aegypti. Outros 1918 casos também surgiram até à data, mas no entanto ainda encontram-se sob investigação porque são apenas suspeita de contágio de Zika. 

A AFP confirmou que existem neste momento 560 mulheres grávidas que se encontram grávidas sob vigilância médica para que tudo corra dentro da normalidade.

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O vírus Zika pode causar graves malformações ao feto, inclusivamente sua a morte, devido a um aborto ou então logo depois do parto.

Este vírus está presente em 14 países diferentes, todos eles do continente americano e também nas Caraíbas. No entanto, só o Brasil encontra-se na frente da Colômbia relativamente aos países mais afetados por este vírus. #Medicina #Doença #Organização Mundial de Saúde