Ao que parece, a triste realidade do que aconteceu na véspera de Ano Novo em Colônia, na Alemanha, quando centenas de mulheres foram assediadas sexualmente, está se alastrando pela #Europa, seguindo o fluxo de imigrantes.

Na cidade de Thisted, na Dinamarca, os moradores estão tão desesperados com a realidade da situação que se viram forçados a montar uma espécie de força policial com o intuito de patrulharem as ruas todas as noites para evitarem possíveis agressões às mulheres.

O fato não é, de forma alguma, uma “perseguição aos imigrantes”, pois, coincidentemente, houve um aumento vertiginoso no número de mulheres relatando assédio sexual depois que o governo dinamarquês abriu um centro para 365 refugiados na cidade, há cerca de 2 meses.

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As mulheres dinamarquesas estão muito inseguras, especialmente quando se trata de saírem à noite.

Além das patrulhas, os moradores, em conjunto com a polícia local, pretendem também criar “cursos de sensibilização” voltados para os imigrantes no que diz respeito a um comportamento que seria socialmente aceitável com relação a questões sexuais para que não haja problemas de choque cultural.

A situação está alimentando ainda mais o debate sobre a política de imigração adotada pela Europa, uma vez que outros tipos de crime, além das agressões sexuais, estão subindo rapidamente, acompanhando o fluxo de imigrantes.

A situação na Dinamarca

Os imigrantes têm criado pontos onde comumente se aglomeram para frequentarem a vida noturna em Thisted, e é justamente quando figura esta situação que os casos de assédio têm ocorrido mais frequentemente.

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Por causa disso, já aconteceram vários confrontos entre moradores e imigrantes, pois os dinamarqueses estão intervindo para que as mulheres não sejam molestadas e potencialmente estupradas, já que o perigo é real.

O grupo de vigilantes formado pelos cidadãos preocupados com a situação se auto intitula “Os Notívagos”, ou “Corujas Noturnas”, em tradução livre. A organização está trabalhando em cooperação com a polícia, mas sem o uso de qualquer arma de fogo, e está patrulhando áreas próximas a bares e casas noturnas tentando impedir que os imigrantes abordem e assediem as mulheres. #Casos de polícia #Crise migratória