Uma mulher deu entrada na emergência de um hospital em Torres Novas, em Portugal, porque estava passando mal, na última sexta-feira, dia 29 de janeiro. Assistida por um médico na urgência, teve prescrito vários exames de diagnóstico. Algumas horas após, a mulher teve alta hospitalar e voltou para casa. Mas os problemas persistiam e teve que voltar no hospital, quinze minutos após a saída, onde acabou morrendo.

A #Família, em um momento de revolta pela perda da familiar de 54 anos, começou a agredir o médico e a quebrar vidros e portas no interior do hospital. Foram momentos de pânico nesse hospital na noite desta sexta-feira, após um dia muito longo e com desfecho bem triste para essa família.

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Como tudo aconteceu

De acordo com o Jornal de Notícias, a mulher deu entrada no hospital ainda da parte da manhã. Por volta da hora do almoço, ela foi assistida por um médico, que prescreveu vários exames. Após a realização dos mesmos, o médico voltou para a consulta mas acabou dando alta para ela. Certo é que não correu bem e apenas quinze minutos após a saída, a mulher teve que voltar.

Apesar das tentativas de reanimação de parte da equipe médica do hospital, ela acabou morrendo por volta das 21 horas de sexta, segundo revelou Jorge Soares, da Polícia de Segurança Pública de Santarém. É que logo após a morte da mulher, a polícia teve que ser chamada para intervir, com os familiares da vítima gerando confusão no interior do hospital.

Revoltados com o procedimento do médico, os familiares culparam ele pela morte da doente e tentaram mesmo a agressão, que a polícia confirmou para a agência Lusa.

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"Os familiares se juntaram e agrediram um vigilante, um médico e um enfermeiro", contou o comissário Jorge Soares.

Além das agressões, os familiares da vítima teriam causado outros distúrbios e teriam quebrado material dentro do hospital. A administração do hospital vai investigar as circunstâncias que levaram a esse acontecimento e também o que sucedeu após a morte. A autópsia da vítima foi dispensada pelo Ministério Público português e o corpo já foi entregue para a família. #sistema de saúde #Casos de polícia