Nesse domingo, 24, foi divulgado um novo vídeo do #Estado Islâmico, onde os jihadistas executam prisioneiros, ameaçam países da coalizão liderada pelos Estados Unidos e avisam que há terroristas no ocidente prontos para atacarem.

Os radicais islâmicos também aproveitaram para mostrar imagens dos ataques executados em Paris, em novembro de 2015, e mostraram os mentores dos atos. Em uma imagem, um dos responsáveis pelo massacre de Paris diz que o grupo não desistiu de ‘destruir os infiéis’.

Infiéis são todos os que não seguem a sharia, sendo, em sua maioria, nativos de países ocidentais. Nos países do Oriente Médio também há muitos ‘infiéis’, como homossexuais, judeus, cristãos, yazidis, adeptos às religiões de menor expressão, entre diversos outros grupos de pessoas que não aceitam ou não compartilham das mesmas ideias destrutivas do grupo.

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O ISIS também garante uma espécie de ‘vingança’ ao Reino Unido, devido o mesmo ter aprovado essa semana ataques aéreos ao território dominado pelo EI na Síria. Os terroristas usam, inclusive, uma imagem de David Cameron para fazer suas ameaças, deixando claro que qualquer pessoa ou país que se levantar contra o EI, sofrerá com as “suas espadas”.

Anteriormente, o grupo havia divulgado um outro vídeo fazendo propaganda do ISIS, a fim de recrutar mais combatentes em todo o mundo. A estratégia de ‘marketing’ que os radicais islâmicos encontraram foi publicar o vídeo no Twitter usando a hashtag #JustinBieber, de forma que milhões de fãs do cantor se interessaram em assistir o vídeo pensando se tratar de algo sobre o ídolo ou de alguma ameaça contra ele.

Justin, assim que foi informado sobre o uso indevido de seu nome pelos terroristas, publicou em uma rede social que não tem medo dos jihadistas, utilizando-se da hashtag #ISIS.

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Milhões de fãs, além de celebridades e anônimos apoiaram o cantor e repudiaram a atitude dos radicais. Justin Bieber possui quase 74 milhões de seguidores na rede social e a maioria de seus fãs são jovens, perfil preferido dos jihadistas.

Desde que ganhou destaque, o grupo usa as redes sociais para divulgar vídeos de execuções, ameaças e também convidar ‘rebeldes sem causa’ para se tornarem membros do grupo e lutarem com a própria vida por ‘alah’. #Terrorismo #Ataque