Segundo a agência Europol, agência que auxilia no combate ao #Terrorismo na União Europeia, os terroristas do #Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS), estão planejando novos ataques na Europa. O grupo terrorista possui centenas de milicianos no continente europeu, com o objetivo de espalhar o caos em grande proporção, informa a agência. Segundo o diretor da mesma agência, Rob Wainwright, em entrevista ao Daily Mail, existem diversas razões para que o grupo efetue novos ataques no continente. Sejam razões inspiradas neles mesmos ou em “outros grupos terroristas de inspiração religiosa”.

Wainwright disse ainda que os terroristas “desenvolveram uma nova capacidade de estilo de combate para levar a cabo uma campanha de ataques terrorista em grande escala, focando a Europa.” De acordo com as informações do diretor da instituição antiterrorismo, o ISIS está preparando mais ataques, repetindo as mesmas estratégias que foram utilizadas no ataque em Paris, em novembro do ano passado.

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Ameaças à Europa

O ISIS vem ameaçando novos ataques à Europa, principalmente aos países coligados na luta contra o terrorismo. Entre os países que o grupo mais ameaça estão Inglaterra e França. Os dois países são os mais ativos nos bombardeios contra o terrorismo na Síria.

Inglaterra

Em um último vídeo, de 17 minutos, divulgado na última segunda (25), o grupo ameaçou o Reino Unido. O vídeo falou também sobre o ataque feito na França, mostrando quatro belgas, três franceses e dois iraquianos que seriam os responsáveis pelo ataque em Paris.

Ainda no mesmo vídeo o grupo divulgou uma foto do primeiro ministro britânico, David Cameron, com a seguinte descrição: “O parlamento inglês autorizou ações contra o Estado Islâmico”. A imagem mostra uma espécie de mira no rosto do primeiro-ministro, configurando uma clara ameaça.

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França

O presidente da França, François Hollande, não se intimidou e afirmou ontem, em um discurso, que o ataque ao ISIS vai continuar. Classificou os atos da organização terrorista como “atrozes”. Disse ainda que nada fará a França parar no confronto contra o terrorismo internacional.