O Tech Times divulgou uma notícia que deixou geeks de plantão felizes e milhares de pessoas assustadas: Os Estados Unidos estão trabalhando em um pequeno chip que visa transformar seus soldados em 'ciborgues' da vida real.

A ideia, ainda em fase de desenvolvimento e testes, consiste em um chip minúsculo de cerca de um centímetro e que serve como um tradutor da linguagem ‘eletroquímica’ usada pelos neurônios em um sistema binário de informática (0 e 1), fazendo com as ideias dos soldados sejam ‘informatizadas’ com a conversão.

Segundo o ScienceAlert a ideia pode revolucionar a biologia sintética e a neurociência e ainda pode se tornar uma arma poderosa para o exército americano obter êxito em possíveis confrontos, uma vez que atualmente o país tem perdido o posto de potência militar e econômica para a China e a Rússia.

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As tensões políticas com Putin sobre o destino da Síria têm feito com que os Estados Unidos voltem a investir em caças, navios e armamentos militares, bem como equipamentos que seriam ‘aposentados’ continuarão na ‘ativa’ para o caso de alguma tensão maior, seja com a Rússia ou com a Síria.

Agora os Estados Unidos aguardam que grandes empresas tornem-se parceiras da DARFA para que a pesquisa siga adiante e possa ter um resultado satisfatório em breve.

Assim que a notícia foi divulgada, internautas americanos dividiram opiniões, pois não conseguiram ver utilidade em um investimento tão alto para implantar chips em soldados. A maior parte das pessoas que se manifestaram na internet, mostraram-se contrárias a ideia.

A polêmica dos chips

O uso de chips em seres humanos já é uma realidade no mundo e é mais popular na Europa. A justificativa para convencer pessoas a o utilizarem é que o chip pode identificar onde a pessoa está, protegendo de sequestros, bem como facilita atendimentos médicos, pois o chip armazena informações pessoais, como tipo sanguíneo e possíveis enfermidades.

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Em Portugal, algumas casas noturnas dão atendimento vip para adultos que possuem o chip. A ideia ainda é novidade nos demais países e são feitos de forma opcional e custeada totalmente pelo interessado. No Brasil, uma empresa mineira realiza os implantes, que evitam o uso de documentos, chaves e alarmes, podendo acionar tudo através do chip implantado nas mãos. Entretanto, o valor é alto e uma parcela muito pequena da população se dá ao luxo de conhecer essa 'novidade'.

Na Suécia, uma empresa decidiu substituir os crachás que liberam portas e catracas por chips implantados nos funcionários. A maior parte das pessoas não concordam com o uso e acreditam que o rastreio proporcionado pelo chip fere a privacidade de qualquer cidadão.

Há quem diga que tal procedimento é uma indicação do fim dos tempos. O que você acha disso? Concorda ou discorda? Deixe a sua opinião nos comentários. #Curiosidades #Comportamento #EUA