O homem-bomba, Nabil Fadli (26), explodiu na praça Sultanahmet, próximo à Mesquita Azul e da Basílica de Santa Sophia, um dos famosos locais turísticos da Turquia.

  O suspeito matou cerca de 10 turistas e deixou 15 feridos, sendo 2 em estado grave, por volta das 10h18 da manhã (horário local). Pessoas que estavam próximas ao local disseram que se pode ouvir “ uma forte explosão em distritos afastados”. O impacto da explosão foi sentido também na praça Taksim, uma região bem afastada do bairro Sultanahmet. Devido ao #Ataque suicida foram tomadas várias medidas como, isolamento da área pela polícia, fechamento das ruas adjacentes ao local, e como uma medida de precaução, o bonde que fica perto da praça foi interditado.

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  De acordo com o ministro do interior, Efkam Ala, o nome do terrorista suicida não constava na lista de suspeitos procurados, porém, sabe-se que suas impressões digitais estão registradas no escritório de imigração em Istambul, e que existe um inquérito sobre ele.

  Thomas de Maiziere, Ministro alemão, negou qualquer afirmação de que os alemães mortos na explosão tenham sido escolhidos como alvo pelo terrorista.

  Hoje (13), três suspeitos foram detidos pois estavam rodeando uma ofensiva contra o Estado Islâmico, porém, não se sabe ao certo se os três suspeitos estavam envolvidos na investigação ao ataque em Istambul. De acordo com o consulado geral da Rússia, os três russos foram presos pois estavam sob suspeita de envolvimento com o #Estado Islâmico.

  O terrorista suicida era membro do Estado Islâmico, e tinha acabado de chegar na Turquia.

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De acordo com o vice primeiro ministro turco, Numan Kurtulmus, depois que o homem explodiu a bomba na praça, ele só foi possível ser identificado através de partes do seu corpo encontrados na cena do crime. O homem bomba nasceu em 1988, viveu por um tempo na Síria, e veio para a Turquia recentemente.

No dia 5 de janeiro, o jornal local Haberturk, publicou imagens do homem-bomba que fora identificado pelas notícias como Nabil Fadli, no escritório de imigração em Istambul. #Terrorismo