No colonato de Tekoa, na Cisjordânia, uma mulher grávida foi esfaqueada por um homem, ainda menor de idade. A vítima, Michal Froman, era israelita e o atacante era palestino e nesse caso, nacionalidade e #Religião devem ter feito a diferença e teriam causado esse ataque, na manhã desta segunda-feira, dia 18. A mulher estava em uma loja de roupas quando foi vítima de um violento ataque. Perto do local, um homem armado assistiu a tudo e quando o agressor estava tentando fugir, disparou sobre ele, deixando ele ferido com muita gravidade. 

Michal estava grávida de 18 semanas quando sofreu as inesperadas agressões. Foi transportada para um hospital de Jerusalém, mas se desconhece a evolução de seu estado de saúde, bem como do seu bebê.

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A mulher, que teria por volta dos 30 anos, foi esfaqueada na parte de cima de seu corpo e não teria perdido a consciência, de acordo com algumas testemunhas, que até teriam ajudado a socorrê-la.

A grávida estava consciente e aparentemente estável quando recebeu os primeiros socorros, na ambulância, antes de ser levada para o hospital. Michal é enteada de Menachem Froman, um conhecido rabino da comunidade, que  sempre defende a paz. Por esse motivo e pelo ataque ter acontecido dentro de uma loja, se suspeita que poderia ter sido um ataque planejado, um ataque de ódio. 

O agressor está sendo descrito como um jovem palestino que teria atacado a grávida com várias facadas, antes de tentar fugir. No seu caminho, um cidadão armado que tinha assistido a tudo, acabou parando o rapaz e disparando contra ele..

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O jovem se encontra em estado crítico, e correndo risco de morte.

Esse foi o segundo ataque parecido na últimas horas. Dafna Meir, de 38 anos, também foi atacada e esfaqueada por um palestino na noite anterior, na Cisjordânia. Dafna acabou não resistindo aos ferimentos, falecendo pouco tempo após o violento ataque. 

Por este aumento de #Violência, as pessoas estão sendo aconselhadas a ter cuidado nas ruas. Em comunicado, está se pedindo até para que os patrões despeçam os empregados palestinos e que os expulsem da comunidade. #Casos de polícia