Na última quinta-feira, 7, um homem foi morto pela polícia francesa após tentar invadir uma delegacia em Paris. Inicialmente as autoridades suspeitaram de um #Ataque terrorista.

Segundo testemunhas, o homem havia tentado entrar na delegacia gritando "Alah Akbar", que significa "alah é grande". Logo o pânico de um novo ataque surgiu e as autoridades não pensaram duas vezes antes de abater o homem. Uma fonte desconhecida disse a AFP que o homem morto já havia solicitado um pedido de asilo na Alemanha e aguardava resposta. Além disso, ele havia vivido em um centro de refugiados.

A data desse episódio coincidiu com o aniversário de um ano do ataque as escritório da revista Charlie Hebdo.

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O homem tentou adentrar a delegacia com um colete de explosivos falso e uma faca. Não se sabe ao certo o que ele queria, mas a polícia se certificou de que não era um membro de grupos extremistas, pois não possuía armamentos ou explosivos. A polícia ainda afirmou que deu ordem para que ele parasse e colocasse a arma no chão, mas como não o fez, o mesmo foi baleado.

Embora o homem não possuísse pertences que o ligasse ao #Terrorismo islâmico, a polícia encontrou em seu bolso um bilhete em que declarava pertencer ao #Estado Islâmico e que atentado frustrado era uma 'vingança' aos ataques feitos contra a Síria. Cogita-se a hipótese de que o homem fosse um simpatizante à distância do grupo, sem nem ao menos ter tido contato com eles.

Crise migratória

No ano passado, o Estado Islâmico aproveitou a crise migratória para declarar que havia infiltrado milhares de membros do grupo em meio aos refugiados para que eles possam realizar ataques na Europa sem serem notados.

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A maior parte dos refugiados são provenientes da Síria e de países africanos.

Durante os ataques de Paris, a polícia concluiu que os terroristas já estavam no país, sendo que não adentram a capital da moda só para realizar os ataques. Recentemente a polícia civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu uma quadrilha que 'abrasileirava' refugiados sírios, dando à eles documentos brasileiros que já eram pertencentes à cidadãos registrados em um cartório carioca. Não se sabe onde os refugiados abrasileirados estão, mas os mesmos apenas obtiveram documentos brasileiros e pegaram voos rumo aos Estados Unidos e Europa.