Existe neste momento um campo de #Refugiados perto de Calais, em Grande-Synthe, em que os refugiados não têm as condições necessárias para terem uma vida saudável. Este campo encontra-se alagado devido às #Chuvas Torrenciais e ventos fortes que têm passado nesta zona. Por estes motivos, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) decidiu construir um campo de refugiados nesta zona que cumpra todas as regras estabelecidas internacionalmente.

Está previsto que demorará quatro semanas a ser totalmente construído o campo de refugiados que trará melhores condições a todos os refugiados e imigrantes que lá têm habitado nestes dias.

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De acordo com a organização Médicos Sem Fronteiras, este campo de refugiados será construído e trabalhado com as mesmas técnicas e materiais que se utilizam para prestar auxílio aos imigrantes e refugiados em zonas de maior risco ou conflito.

O campo que se encontra em funcionamento neste momento nesta localidade tem condições muito ruins para qualquer população. Este campo situa-se muito perto da auto-estrada A16 e já existe desde 2006. No início do verão do ano passado, em 2015, eram cerca de 80 pessoas que lá habitavam. Neste momento, o número de refugiados e imigrantes que lá se encontram a viver disparou para três mil. Entre estas 3000 pessoas estão muitas crianças e grávidas que deviam viver em locais muito mais seguros e com muito mais condições a todos os níveis, mas principalmente a nível de higiene.

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O principal problema do campo de refugiados que lá se encontra em funcionamento neste momento é que é muito comum ser atingindo por cheias, chuvas torrenciais, ventos fortes que depois provocam muita destruição e também podem causar ferimentos às próprias pessoas que lá vivem. Estes refugiados e imigrantes vivem completamente no meio de poças e lama.

Este projeto dos Médicos Sem Fronteiras já estava sendo pensado há muito tempo, mas só esta segunda-feira, dia 11 de janeiro, é que foi aprovado. Inicialmente estima-se que sejam construídas 500 tendas todas elas com aquecimento e cada uma com uma capacidade de no máximo 5 pessoas. #Crise migratória