Uma das muitas alemãs que sofreu agressões sexuais em Colónia, na noite de passagem de ano, contou o terror que viveu durante alguns minutos. Em declarações ao jornal “Telegraph”, a vítima diz que está muito zangada com o que se passou em grande escala às mulheres de Colónia e ainda mais revoltada com o silêncio que surgiu na imprensa alemã depois dos ataques. Isle, alemã de 26 anos, contou que foi separada de seu namorado e que durantes as agressões tentavam tirar as roupas à força. “Pensei que ia ser violada em público”, afirmou muito assustada Isle ao jornal inglês.

Na verdade, o aviso de Isle de que a imprensa alemã tentou minimizar a gravidade dos ataques de Colónia está provocando uma enorme revolta nas vítimas e na maioria dos alemães, que tão abertamente abriram suas portas para receber os #Refugiados da Guerra na Síria.

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O objetivo da mídia e do Governo alemão era esconder o fato dos agressores se tratarem, em uma parte bem significativa, de recém-refugiados, pois essa revelação poderia levar a confrontos e ataques internos contra famílias refugiados, tal como já se têm verificado nas últimas semanas.

Apenas há poucos dias, quase dez dias depois das agressões sexuais que fizeram mais de 100 vítimas todas elas mulheres indefesas, é que as autoridades alemãs confirmaram que uma parte significativa dos agressores são de fato refugiados, muitos deles sírios. Rapidamente, Angela Merkel, chanceler alemã, garantiu que todos os responsáveis, caso sejam refugiados, vão voltar a seus países rapidamente para cumprir a pena.

Esse incidente que juntou quase mil homens em várias estações de trem em Colónia, em um ataque completamente organizado somente contra as mulheres europeias, faz levantar mais dúvidas sobre quais são os reais riscos de receber um grande número de refugiados em poucos anos para todos os países europeus.

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Em uma altura em que centenas de milhares estão passando mal nos campos de refugiados, esse incidente pode agravar ainda mais suas possibilidades de colocação. Na Alemanha os ataques a refugiados aumentaram e a revolta e o medo parecem estar mais vivos do que nunca na #Europa. #Casos de polícia