Muitos têm sido os ataques aéreos por parte da aviação russa contra a Síria. Desta forma, a oposição síria já anunciou que não haverá negociações enquanto estes ataques aéreos que têm matado muitos civis inocentes continuarem. 

De acordo com os dados recolhidos pelo jornal português Público, ninguém mais acredita que as negociações que irão juntar os rivais sauditas e iranianos sejam realizadas no dia que já se encontrava marcado, segunda-feira (25). George Sabra, um dos principais opositores no exílio, já divulgou que exige de forma incondicional que a Rússia termine com estes ataques à Síria para que a Síria se junte com todos os representantes do regime de Bashar al-Assad, um acontecimento já esperado por muitos há algum tempo, mas que já está previsto que não se realize na data que estava marcada.

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O opositor no exílio informou que em 18 de dezembro de 2015, na resolução aprovada pelo Conselho de Segurança, foram enumeradas várias medidas que estavam combinadas para terminar antes que se realizassem as conversações. George Sabra disse ainda que foi determinado nesta data que iria se realizar o fim de todos os cercos a locais onde estão habitando vários civis, bem como seriam libertados todos os políticos que se encontravam presos. Desta forma, George Sabra anunciou que todos os bombardeios contra os civis na Síria por parte da aviação da Rússia (de Moscou) estão obrigados a terminar o mais rapidamente possível, visto que nos últimos tempos muitos têm sido os civis que são mortos por estes ataques aéreos.

Alguns dos bombardeios mais recentes à Síria foram realizados no sábado passado (23), e a oposição síria acusa a aviação russa de ser a principal responsável por estes ataques.

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Estes bombardeios tiraram a vida de mais de 47 civis, incluindo nove crianças. Os ataques aconteceram na vila de Khasham, que se situa a cerca de 20 quilômetros da cidade de Deir Ezzor (Nordeste da Síria). Só durante este fim de semana morreram no total mais de 90 civis devido principalmente a bombardeios por parte da aviação russa. #Terrorismo #Ataque #Estado Islâmico