A revista Live Science publicou uma matéria onde fala a respeito da eclosão de um ovo de gasossauro com mais de 10 milhões de anos. Muitos paleontólogos acreditavam que o ovo estava petrificado, mas para a surpresa de muitos, ele acabou chocando no museu Für Naturkunde (museu de história natural). O mau funcionamento no sistema de aquecimento pode ser a causa para a eclosão do ovo, o qual estava sendo guardado dentro de uma sala próxima a área das caldeiras. De repente o sistema teve um superaquecimento no sistema de refrigeração, o problema permaneceu por algumas semanas gerando um processo de incubação o qual levou ao ovo a eclodir. 

paleobiólogo do museu, Gunther Warburg, classificou a experiência como única.

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Warburg disse ainda que sente-se como estivesse em um ''Jurassic Park''. A espécie é classificada como carnívora e foi transferida para um centro de estudos em Berlim, onde poderá ser analisada dentro de um ambiente mais seguro. Alguns dados já foram coletados, os quais incluem tamanho e altura. Descobriu-se que o dinossauro pertence a família dos Therapods, com origem em uma região localizada ao sul da China.

Recentemente, na mesma região, foram descobertos dentro de uma caverna alguns vasos sanguíneos pertencentes a espécie ‘'Brachylophosaurus canadensis'', conhecido também como Hadrossauro. Antes mesmo do achado, há suspeitas de que os vasos sanguíneos, assim como as outras células, terem sido preservados por milhões de anos. Mas nada pode-se provar até o prezado momento.

De acordo com Tim Cleland, paleontógo da Universidade do Texas e chefe da pesquisa, o material analisado pertence aos ossos de uma das pernas do animal com cerca de 10 metros de altura.

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Os vasos teriam sido vistos pela primeira vez através de um processo chamado de desmineralização. O estudo é o primeiro em análises diretas de vasos sanguíneos referentes a um organismo extinto. O material fornece a oportunidade para que possamos compreender qual tipo de proteínas e tecidos poderão persistir e quais mudarão durante o processo de fossilização.

''Parte da pesquisa nós dá uma visão clara e objetiva sobre com as proteínas podem ser modificadas e alteradas com mais de 80 milhões de anos. Isso nos diz não somente como preservar os tecidos ao longo do tempo, mas como também nos dá a probabilidade para analisar a forma como estes animais se adaptaram ao ambiente em que viviam”, explica Mary Schweitzer, paleontóloga da Universidade do Estado da Carolina, a qual também participou da pesquisa. #Entretenimento #Curiosidades