Emanuel Mário foi preso no Estabelecimento Prisional da Carregueira, em Portugal, por matar, com água fervente, a filha bebê. Condenado a uma pena de cadeia de 25 anos em dezembro, o homem foi agredido violentamente pelos outros presos, assim que apareceu no pátio da prisão pela primeira vez.

Para segurança do preso, que estava sendo odiado por todos os outros, a direção da cadeia colocou agora esse homem em uma outra ala, junto com idosos. Alegadamente, essa seção da cadeia seria mais tranquila e esses presos não conseguiriam fazer tanto mal para ele, que estava sendo muito maltratado na cadeia pelo #Crime hediondo que cometeu contra a bebê.

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Preso e espancado

O crime aconteceu no verão de 2014, mas o homem só entrou na prisão em dezembro de 2015. Na primeira vez que saiu da cela para o pátio foi espancado violentamente pelos outros presos, que ainda o ameaçaram. Sabendo o que ele tinha feito com a bebê, esse homem ganhou o ódio de todos os outros detidos.

Retirado pelos seguranças, o preso foi colocado em uma cela individual até se recuperar do ataque que sofreu. 

Após um período de isolamento, Emanuel continuou se negando a ir no pátio, temendo sofrer mais agressões, e a direção da cadeia acabou por colocar ele em uma ala somente com idosos, para que ele esteja mais protegido e não continue sofrendo agressões dos outros detidos.

Matou filha com água fervente

Foi um dos crimes mais chocantes acontecidos em Portugal. Emanuel Mário mergulhou a própria filha, uma bebê de quatro meses, em água fervente.

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Com o corpo queimado e as feridas abertas, a menina teria sofrido com torturas durante horas. O pai foi ainda acusado de ter esfregado sal e vinho nas feridas da bebê. Enquanto isso, a mãe da menina, que era bombeira, esteve presente em casa, mas chegou a se ausentar para ir fazer compras para preparar o jantar.

Só quando a bebê parou de chorar e cedeu, depois de nove horas, é que os pais chamaram a emergência médica.

Esse casal tinha ainda mais um filho, um menino de dois anos, que também teria sofrido torturas por parte dos pais. O homem foi condenado a pena máxima da #Justiça portuguesa, 25 anos, enquanto que a esposa pegou 18 anos, mas está aguardando o recurso da sentença, em prisão domiciliar. #Família