Michael Fiek, de 40 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira, dia 28 de janeiro. O homem caiu de uma ponte, no norte de Londres, na Inglaterra, e foi encontrado debaixo da mesma, já sem vida, no dia em que deveria ser julgado pelos crimes sexuais de que estava sendo acusado. Outros dois homens que estavam relacionados com ele, foram condenados a 14 e 7 anos e meio de cadeia, enquanto Michael morreu, em circunstâncias ainda misteriosas. 

O homem estava sendo acusado de crimes sexuais e durante a fase de investigação, chegou mesmo a revelar ter dado dinheiro a um garoto de quinze anos, que encontrou em um parque, para manter relações sexuais com ele, enquanto filmava tudo.

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Apesar de, nesse caso, as relações sexuais serem consentidas, o garoto era menor, o que constituiu um #Crime grave de pedofilia.

Também em tribunal, nas sessões anteriores, ele teria confessado seu "desejo sexual forte por crianças" e que ficava trocando fotografias e vídeos sexuais com crianças pela Internet. Seriam catorze as alegadas ofensas sexuais que já estariam provadas, quando esse homem entrasse na manhã desta quinta-feira, no tribunal de Leeds, na Inglaterra. 

Mas, na hora marcada, o homem não apareceu. Foi encontrado morto debaixo de uma ponte, em uma morte que está adensando algum mistério. Tudo indica que, tal como os outros arguidos desse processo, também Michael Fiek seria condenado com pena de cadeia, e ele podia mesmo ter-se jogado da ponte. Mas, existem também algumas chances de ter sido empurrado.

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Afinal, este tipo de crime relacionado com pedofilia e abusos de crianças costumam gerar alguma revolta e mesmo ódio entre a população, assim que são tornados públicos. A polícia vai, seguramente, investigar as causas da morte desse homem.

Os outros envolvidos, que foram acusados com Michael nesse processo de pedofilia, eram um homem de 34 anos, James Bould, e um outro de 51, Andrew Lynes. Eles foram julgados na manhã desta quinta-feira e condenados a penas de cadeia de catorze e sete anos e meio, respectivamente. #Justiça #Casos de polícia