O caso teria sido considerado como um dos mais graves de pedofilia na história do Reino Unido. Um grupo de sete homens abusou sexualmente de crianças e fez registro em vídeo dos abusos. Os homens se filmaram enquanto abusavam das crianças, o que teria agravado suas penas. A cumprir pena de prisão desde o último ano, Robin Hollyson, de 31 anos, foi encontrado inconsciente na prisão e acabou morrendo já no hospital. 

Robin teria mesmo confessado um crime de estupro em um bebê de três meses, que filmou. Em tribunal, consideraram esse como um dos casos mais graves de pedofilia alguma vez registrados em vídeo. Para lá dos crimes sexuais praticados, os homens publicaram os vídeos na internet, o que teria levado a sua captura e posterior detenção. 

O juiz desse processo, Julian Lambert revelou em tribunal, no ano passado, que a maldade dos sete homens estava "para lá da compreensão humana", em declarações citadas pelo jornal Mirror. O grupo dos sete homens pegou uma pena combinada de 107 anos, 24 deles foram para Hollyson, que teria sido o mais chocante dos sete, por esse crime sexual bárbaro sobre o bebê de apenas três meses.

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"Poucas pessoas podem imaginar a depravação aterrorizante que vocês admitiram aqui", revelou o juiz, muito chocado com todas as provas e testemunhos que escutou ao longo de todo o processo. 

Quando Hollyson foi apanhado, alterou o seu nome para James King. A cumprir o primeiro ano de pena de prisão, o violador foi encontrado inconsciente na cela, em Bristol, na Inglaterra. O homem ainda foi levado para o hospital, onde acabaria por morrer dois dias depois. 

O pessoal da prisão encontrou o detido, que já não respondia, e ainda teriam tentado reanimá-lo, fazendo algumas manobras junto com os paramédicos. O homem ainda foi levado para o hospital, mas não voltaria a recuperar sua consciência, acabando por morrer. 

Apesar de os primeiros indícios poderem apontar para uma tentativa de suicídio, a morte do pedófilo vai ser investigada, de acordo com o porta-voz da prisão inglesa.  #Justiça #Europa #Casos de polícia