O #Governo sul coreano anunciou que voltará a fazer propagandas contra o regime ditatorial da vizinha do norte em represália a um teste nuclear realizado por Pyongyang.

Muitas estações internacionais de monitoramento detectaram um evento sísmico de magnitude 5,1 incomum na península coreana. Ele pareceu semelhante ao último teste nuclear da Coréia do Norte, realizado em 12 de fevereiro de 2013.

Segundo Tae-Yong, um importante membro da segurança nacional da Coréia do sul, alto-falantes serão ligados ao meio dia desta sexta-feira, 8 de janeiro, horário local. Eles serão ativados como retaliação na região fronteiriça, aos quais os norte coreanos responderam com disparos de arma de fogo na última vez que estes dispositivos foram usados, onze anos atrás.

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"Nosso Exército está completamente preparado, e caso a Coréia do Norte nos provoque, haverá punições contundentes", disse em comunicado o chefe de segurança nacional da Coréia do Sul, Cho Tae-wong.

Segundo autoridades militares, Seul está negociando com os Estados Unidos para instalar armas em posições estratégicas da península coreana. O alegado teste da Coréia do Norte tem perturbado os vizinhos da Coréia do Sul. Além disso, o Japão pediu aos EUA para a confirmar proteção em caso de conflito entre Seul e Pyongyang.

O presidente Barack Obama contactou os líderes do Japão e da Coréia do Sul, reiterando "o compromisso inabalável dos EUA para a segurança" dos dois países.

"O quarto teste nuclear do Norte é uma grande violação do acordo celebrado em agosto", disse Cho à agência local Yonhap, em referência ao pacto de agosto, celebrado entre Seul e Pyongyang, com o intuito de por fim aos conflitos na fronteira.

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Logo no início do mês, várias minas terrestres detonaram próximo à fronteira entre as Coreias do sul e do norte e feriram gravemente dois soldados sul coreanos. A este episódio, Seul responsabilizou Pyongyang.

As duas Coreias estão em conflito desde a guerra da Coréia, que ocorreu entre 1953 e 1959, e que terminou com uma trégua que nunca foi convertida em um acordo de paz definitivo. #Direto #Guerra Civil