Nesta segunda-feira, 25, a #União Europeia chegou próximo a um acordo que visa suspender por um período de dois anos o tratado de Schengen. O tratado de Schengen é um acordo entre os países do bloco que visa permitir a livre circulação dos cidadãos dos países que fazem parte do acordo, que na prática estamos falando de quase todos os países europeus. O a possível suspensão do acordo entrará em vigor caso o grupo não consiga uma forma de contenção ao fluxo migratório de refugiados da África e Oriente médio.

Para se ter uma ideia, apenas no ano de 2015 foram mais de um milhão de pessoas que adentraram em países da União Europeia na condição de refugiado.

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Em maio terá fim de uma imposição temporária que visa atualmente o controle de fronteira em alguns países do bloco. Os ministros da UE que lidam diretamente com a migração realização na manhã desta segunda-feira, 25, e chegaram à conclusão que a imposição pode ser prorrogada por mais dois anos, caso vier a ser concretizada a prorrogação da imposição, será algo inédito na história do bloco, mas de acordo com o governo holandês, não se trata dos países do bloco em si, mas é algo motivado apenas pela #Crise migratória que assola o continente europeu.

Um dos países que seria mais afetado com a prorrogação caso ela venha a se concretizar seria a Grécia, apenas nesses primeiros dias de 2016 já recebeu mais de 40 mil refugiados, mesmo tendo firmado um acordo em Ancara no ano de 2015 com intuito de conter o sucesso dos refugiados sírios tendo assistência financeira em troca.

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Na tentativa de entrar na Europa nesses primeiros 25 dias de 2016 já se contabilizam mais de 60 mortes por afogamento.

As autoridades gregas afirmam que embora seja fisicamente possível bloquear as rotas na região norte do país, o governo grego afirma que seria irrelevante para a situação como um todo.

A pressão popular dos países da União Europeia é grande, principalmente após mulheres relatarem terem sidas agredidas sexualmente no Ano-Novo. E por se tratar de um tema polêmico e também buscando apoio eleitoral, os governos cobram uma solução o mais breve possível. #Europa