A Agência Europeia do Medicamento anunciou nesta segunda-feira, dia 08, a formação de um grupo de peritos em saúde daquele país que irão se dedicar exclusivamente a pesquisar e desenvolver uma vacina que possa combater o #Zika Vírus. A #Doença é a principal causa de uma verdadeira epidemia que começará a se propagar principalmente na América Latina.

A decisão foi tomada a partir da constatação de que inexistem medicamentos específicos contra o vírus, assim como tratamentos direcionados para a manifestação da doença, sendo seu conhecimento muito superficial. Nem mesmo o desenvolvimento de um protocolo próprio para o #Tratamento da doença ainda não foi desenvolvido e nem existem evidências de que algo esteja sendo realizado.

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O objetivo do grupo de cientistas europeus -  o desenvolvimento de uma vacina definitiva em um curto espaço de tempo 

Na tentativa de se chegar a uma versão definitiva de uma vacina, os pesquisadores europeus lutam contra o fator tempo como um inimigo relevante. O grupo formado vai tentar reunir a maior quantidade possível de informações que se tem sobre a doença. Para isto, eles reunirão pareceres científicos e demais relatórios que possam trazer esclarecimentos sobre as questões, inclusive, de caráter regulamentar sobre a doença. Também serão convocadas todas as agências médicas e farmacêuticas que possam reunir detalhes, de natureza científica, a respeito do que está sendo desenvolvido em países que estão sendo afetados pela doença.  

A decisão teve que ser tomada às pressas, após a divulgação de decisão da ONU (Organização das Nações Unidas) de decretar estado de emergência em todo o mundo, em virtude da quantidade de casos de pessoas contaminadas com o vírus, principalmente, na América Latina.

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A doença, que está caminhando para uma epidemia global atual, pode ser transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. A preocupação principal é que o vírus possa causar alterações congênitas em mulheres grávidas que foram contaminadas ainda durante a gestação. Este mecanismo ainda está sendo estudado.

Segundo os dados epidemiológicos atuais, o Brasil é o país que apresenta o maior número de pessoas infectadas, com cerca de 1,5 milhões de casos. Em segundo lugar, vem outro país da América Latina, a Colômbia com 22.600 notificações de pessoas contaminadas com o vírus.