Mesmo com uma tentativa de acordo entre a coalizão russa e americana a fim de evitar uma guerra, membros da coalizão liderada pelos EUA não se cansam de alimentar os problemas com a Síria.

Após enviar aviões de guerra para a Turquia a fim de começar a invasão terrestre da Síria, mesmo após a tentativa de acordo entre Obama e Putin, agora o chanceler saudita Adel al-Jubeir, defende a ideia de que Assad deve ser tirado do poder na Síria à força.

O acordo para apaziguar os ânimos das coalizões surgiu após EUA ameaçar invadir a Síria, sendo rebatido pela Rússia. Dmitry Medvedev, primeiro ministro russo respondeu às ameaças anunciando que se os EUA e seus aliados árabes avançassem contra a Síria, se iniciaria uma longa guerra mundial.

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O primeiro ministro ainda conferiu ‘conselhos’ aos possíveis invasores, dizendo que eles deviam se juntar para negociar e refletir sobre as consequências de uma guerra com a proporção da que estava prestes a provocar e deixou claro que a coalizão invasora não teria chances de vencer uma guerra contra a Rússia.

No sábado, 13, Turquia e Arábia Saudita anunciaram que podem sim iniciar uma operação terrestre na Síria contra o #Estado Islâmico e isso ainda é um risco de uma nova guerra, mesmo que os EUA, hipoteticamente, não participem da iniciativa de invasão.

Neste domingo, 14, o ministro das relações exteriores da Arábia Saudita conferiu uma entrevista à CNN, onde afirmou que Bashar Assad deixará o poder, seja por vontade própria ou à força. A afirmação do chanceler alimentou a hipótese de que os países envolvidos com a coalizão americana não visão acabar com o terrorismo, mas sim com Assad, que é uma ameaça para diversos países, não só por ser um ditador, mas por também lutar contra o terrorismo.

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Na entrevista, o ministro confirmou o envio de aviões de guerra para a Turquia para uma invasão na Síria, mas reforçou que esta só acontecerá juntamente com a coalizão de países do qual os Estados Unidos lideram.

A Síria possui uma semana para aderir ao cessar fogo acordado na última sexta-feira, entretanto, se continuar sendo ameaçado, pode não acatar, fazendo seus opositores internacionais usarem isso como motivo para invadirem o país, e então os perigos de uma terceira guerra mundial voltam a se tornar ainda mais reais e próximos de acontecer. #Governo #Guerra Civil