Nas primeiras horas da madrugada deste domingo, dia 7, a Coreia do Norte decidiu lançar um foguetão que tem um longo alcance e que, segundo este país, transportava um satélite que irá observar o planeta Terra. No entanto, a comunidade internacional está com muito medo de que a Coreia do Norte esteja testando um novo míssil balístico. Tudo isto levou a um grande nível de preocupação internacional, visto que a Coreia do Norte está proibida de usar qualquer tipo de tecnologia que seja, a nível militar.

De acordo com a divulgação feita pelo Ministério da Defesa da Coreia do Sul, o lançamento deste foguetão de longo alcance foi feito por volta das 9 horas locais (o que equivale às 22:30 em Brasília).

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Este foguetão foi lançado de uma base especializada em lançamentos de mísseis, que se situa no ocidente deste país. O lançamento foi também confirmado e divulgado à agência Reuters, por parte de uma fonte do Departamento de Defesa estadunidense, tendo sido inclusivamente anunciado que a trajetória não representou qualquer tipo de ameaça de forma direta contra os Estados Unidos da América ou algum de seus aliados.

Depois de ter sido divulgado o lançamento deste foguetão, a Coreia do Sul, o Japão e os Estados Unidos da América decidiram imediatamente que seria necessário organizar uma reunião de emergência o mais rapidamente possível. Esta reunião entretanto foi realizada durante este domingo, dia 7, em Nova Iorque. De acordo com os dados recolhidos pelo jornal Público, o encontro acontece numa altura em que estavam decorrendo novas sanções que iam contra Pyongyang.

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Estas sanções foram classificadas como sendo mais significativas e também mais extensas. 

Depois do lançamento por parte da Coreia do Sul, muitos são os países do mundo que têm vindo comentado esta atitude: nos Estados Unidos foi denunciada uma violação flagrante das resoluções da ONU, Tóquio considerou esta atitude como sendo intolerável, Moscovo acusa a Coreia de um acto muito danoso e logo de seguida a capital inglesa, Londres, confirmou a rejeição. Até a China, o tradicional aliado de Pyongyang, considerou este ato "lamentável". #História