Um menino de cerca de sete ou oito anos foi resgatado dos escombros de uma escola destruída na Síria. A criança foi encontrada gemendo de dor e o grupo de resgate conseguiu tirá-lo de baixo de uma coluna de concreto. Apesar dos ferimentos, o menino estava consciente.

Segundo informações preliminares, a escola teria sido alvo de um bombardeio liderado pela coalizão russa contra o Estado Islâmico. Várias crianças morreram e outras ficaram feridas, mas não foi informado o número exato de vítimas na escola.

Como que um milagre, a coluna de concreto caiu sobre o menino, mas não o matou ou esmagou seus membros. O menino se machucou muito, mas a equipe de resgate conseguiu tirá-lo debaixo da coluna, e para surpresa de todos, ele estava com a cabeça machucada, mas consciente e chorando muito, tanto pela dor, quanto pelo susto.

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Nenhum dos meios de comunicação que divulgaram o caso do menino, como o The Independent, não souberam informar o atual estado de saúde da criança.

O caso ocorreu em Huraytan, cidade próxima de Allepo, que está sob domínio do ISIS. Outros edifícios próximos à escola foram bombardeados. Assad, presidente sírio também participa da coalizão que visa tirar o poder dos jihadistas do território sírio.

Sangue inocente

Assim como os ataques realizados pelos cruéis e doentios membros do #Estado Islâmico já ceifaram a vida de milhares de pessoas de diferentes nacionalidades, religiões e idades, os ataques para destruir os jihadistas quase sempre atingem inocentes e não os terroristas.

Uma criança yazidi que havia sido sequestrada pelo ISIS e que conseguiu fugir, contou à BBC que quando os bombardeios começavam, os terroristas levavam as crianças para abrigos subterrâneos e diziam que os ataques eram dos infiéis, que não gostavam das crianças, mas que eles (os jihadistas) gostavam delas e iriam protegê-las e que os infiéis iriam pagar por seus atos.

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Logo, ao que tudo indica, apesar de algumas bases do EI terem sido atingidas nos ataques, o local onde eles ficam pode estar bem escondido do alvo dos países das coalizões lideradas por EUA e Rússia. #Terrorismo #Ataque