Um menino de 10 anos, enquanto estava se divertindo, em uma piscina municipal em Viena, foi brutalmente estuprada por um refugiado iraquiano, que tinha chegado ao país em setembro do ano passado. Tal como garante o jornal inglês “Daily Mail”, depois da agressão sexual, que foi classificada como muito agressiva, a criança se dirigiu aos responsáveis da piscina em lágrimas, enquanto o refugiado continua se divertindo nas plataformas da piscina, aos saltos para a água.

Rapidamente detido depois do depoimento da criança, que estava em pânico, o refugiado admitiu que tinha estuprado o menino por causa de uma “emergência sexual”.

Publicidade
Publicidade

Tal como garante o “Daily Mail”, o criminoso garantiu que já não tinha quaisquer tipos de relações sexuais há mais de quatro e que por isso tudo se tratou apenas de uma emergência, revelando que nunca tinha tido esse problema no Iraque porque no Iraque podia contar sempre com a sua mulher e a filha.

O destino do agressor ainda não é conhecido, mas ou será julgado na Áustria ou então vai ser deportado novamente para o Iraque, o país onde saiu há cerca de quatro meses para tentar encontrar uma vida equilibrada na #Europa. Com mais um caso de agressão sexual, e depois de na Alemanha dezenas de mulheres terem sido também vítimas de estupros por parte de #Refugiados, a mentalidade dos europeus têm mudado rapidamente e aqueles que defendiam a chegada do máximo de refugiados possível à Europa, têm aos poucos mudado um pouco a sua opinião, incluindo Merkel, a chanceler alemã.

Publicidade

Tal como tinha acontecido nos ataques em Colónia na passagem de ano, que fizeram mais de uma centena de vítimas, todas elas mulheres, também esse incidente de um estupro bárbaro contra uma criança de 10 anos só foi noticiada quase três meses depois de ter acontecido. De fato, a imprensa internacional tem tentado ao máximo não promover ataques radicais contra os refugiados, porém a mesma mídia está sendo muito criticada por estar censurado os crimes cometidos por essas pessoas no coração da Europa, optando por não informar os seus cidadãos, algo que pode ser considerado um perigo para a segurança pública. #Casos de polícia