Uma entidade considerada braço da #ONU (Organização das Nações Unidas) defendeu, no início desta semana, que países, onde atualmente ocorre o surto do zika vírus e a alta de microcefalia em bebês, devem disponibilizar serviço gratuito de aborto legal.

A declaração gerou polêmica e bastante discussão, sobretudo, dentro dos meios religiosos. O órgão da ONU é ligado aos direitos humanos e defende o aborto legal por conta da epidemia das doenças, que já avançou da América Latina para outros países e continentes, como, por exemplo, para os Estados Unidos, onde estudos já apontam transmissão da zika por meio de relação sexual.

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Recentemente, diante desta epidemia de zika em visita ao México, o papa Francisco defendeu o uso dos contraceptivos, porém, manteve-se firme em seu posicionamento contrário ao aborto, considerado pelo pontífice como um “mal-absoluto”.

No Brasil, a legislação libera a realização do aborto em casos comprovados de estupro ou quando a gravidez é de risco, podendo levar a morte da gestante. Casos onde o feto é identificado pelos médicos como anencéfalo também são liberados. #Religião #Zika Vírus