Graças a prepotência do governo americano em desejar acabar com o governo de Assad e sagrar-se como o herói da humanidade em supostamente vencer o #Terrorismo do ISIS, o mundo pode vivenciar uma terceira grande guerra de proporções imensuráveis.

Já fazem algumas semanas que Barack Obama aproveita o que resta de seu mandato para colocar todas as forças americanas em invasões na Síria. O governo norte-americano recebeu o apoio da Arábia Saudita e já anunciou que acabará com o Estado Islâmico e não se limitará aos ataques aéreos, realizando também invasões terrestres.

O problema é que #Vladimir Putin é aliado de Assad, presidente sírio e que por sua vez, integram a mesma coalizão antiterrorismo, sendo esta elogiada pela comunidade internacional.

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Ao invadir a Síria, a Rússia e seus aliados vão defender o território e o governo de Assad, que também usará seu exército na luta contra os invasores.

Tal guerra também beneficiaria os terroristas do ISIS que deixariam de ser o foco das duas coalizões, uma vez que elas se tornariam inimigas e não forças almejando um mesmo objetivo.

Dmitry Medvedev sugeriu que todas as partes envolvidas se sentem e negociem uma solução a fim de evitar uma nova guerra mundial, que segundo ele, havendo a invasão, surge mais que uma guerra mundial, mas uma guerra permanente.

O primeiro ministro foi firme em suas palavras, dizendo que é impossível que os Estados Unidos e o mundo árabe vençam uma guerra dessas proporções e ainda os questionou: “Será que querem mesmo uma guerra permanente?”.

Estados Unidos, Arábia Saudita e Golfo Pérsico apoiam a invasão terrestre à Síria e Washington já sinalizou que começou as negociações para levar adiante seus planos, consideradas por autoridades russas como planos ‘suicidas’.

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Por que uma guerra mundial?

A guerra seria a nível mundial, pois, inicialmente, envolveria todos os países das duas coalizões e aqueles que não fazem parte de nenhuma das coalizões, possuem acordos bilaterais ou multilaterais com os países em guerra, de forma que até mesmo o Brasil poderia ter participação, seja com ajuda humanitária, envio de medicamentos, alimentos e armas, ou até mesmo auxiliando com as forças armadas e disponibilização de equipamentos militares.

Vale ressaltar que o Brasil costuma sempre ficar na posição de conferir ajuda e não lutar, mas na primeira guerra mundial o país entrou na guerra após ter um navio da Marinha que transportava café abatido pelos alemães. Na primeira guerra mundial a Alemanha perdeu e sofreu diversas sanções internacionais, o que de alguma forma motivou Hitler a iniciar a segunda grande guerra.

Se as ideias americanas seguirem em frente, as possíveis invasões devem ocorrer bem antes do término do mandato de Obama, uma vez que, se por exemplo Trump vencer as eleições presidenciáveis, esse já anunciou que é a favor da política antiterrorismo da Rússia e o atual cenário pode mudar.  #EUA