O grupo extremista de maior notoriedade da atualidade, Estado Islâmico ou ISIS construiu um mapa dos territórios que visa conquistar nos próximos quatro anos. Segundo os radicais islâmicos, vão dominar todo território que considerem ser dos muçulmanos.

Os jihadistas estão expandindo seu exército e territórios onde possuem bases militares e campos de treinamento pelo Oriente Médio, para adquirir força suficiente para tomar a Europa.

Portugal, apesar de ser um país pequeno em comparação com outros territórios europeus, está em uma aérea chamada pelos jihadistas de Al-Andalus, que segundo as crenças muçulmanas, pertenceu (e pertence) aos seguidores do islã e que é apenas uma questão de tempo para que eles venham a recuperá-lo.

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Recentemente o grupo divulgou um vídeo em que diz que Al-Andalus não é português ou espanhol, mas sim muçulmano e prometeram recuperar esse território em breve. A referência foi para Portugal e a Espanha.

O jornalista Andrew Horken da BBC, escreveu um livro em que conta os planos do ISIS. Embora muita gente ache pouco provável que os terroristas consigam atingir seu objetivo, o jornalista alerta que quando o grupo começou a ser criado, muita gente também acreditava que o êxito do ISIS seria improvável, mas eles cresceram e se tornaram um dos mais perigosos e conhecidos grupos terroristas do mundo.

Mesmo que chefes de Estado e autoridades policiais não acreditem que essa parte dos planos dos terroristas venha a dar certo, todo cuidado é pouco, pois o EI, bem como outros grupos similares, gostam de plantar a dúvida nas pessoas, tornando provável o improvável e vice-versa.

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Dentre os planos citados pelo jornalista está a dominação da Arábia Saudita e Líbia. Nos últimos dias o grupo se distanciou do Iraque e Síria em virtude das coalizões lideradas por Rússia e EUA estarem bombardeando o local e estão colocando toda sua força para dominar ainda mais a Líbia, que desde o fim da guerra é dividida entre o EI e a Al-Qaeda. Vale lembrar que os dois grupos são rivais e também lutam entre si quando se sentem ameaçados. #Terrorismo #Ataque #Estado Islâmico