Ayesha Pudden é uma universitária de 22 anos que reside em Londres, Inglaterra, e segundo amigos e conhecidos, tinha distúrbio de imagem, se achava feia e simples. A estudante expressava sempre a vontade de mudar e fazer uma cirurgia plástica.

Em Londres, a universitária divide um apartamento na região nobre da cidade, onde durante uma festinha entre amigos, teve a “brilhante” ideia de roubar sua colega em seu quarto onde havia muitos pertences valiosos.

Além de se apossar de diversos bens da vítima, como cosméticos e joias raras, Pudden decorou a senha do cartão de crédito da colega, pois seu objetivo principal era ter como pagar a plástica.

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Ayesha fez correção no nariz e botox nos lábios, usando a grana que pertencia a sua amiga.

Logo a conta do cartão chegou, e junto com ele o susto, a universitária gastou cerca de 30 mil reais com a cirurgia e compras em sites.

Em depoimento ao site “the sun”, uma pessoa próxima de Pudden questionou de onde ela havia conseguido a grana para tanta ostentação. A dicente responde afirmando ao conhecido que tudo que ela tem foi resultado de negociações online.

Um amigo de faculdade disse em entrevista que a moça vivia competindo com as outras alunas, ela queria ser a mais bonita e a melhor vestida. Ele também disse que Ayesha estava negociando vendas de sapatos de grife na web.

Pudden postava diariamente em sua rede social várias fotos com roupas caras e fazia poses mostrando o novo rosto.

O Site The Sun, encontrou um cliente de Pudden, e este conta que comprou os sapatos e pagou um montante de 400 libras, contudo depois de receber o dinheiro, a ladra sumiu e não entregou o objeto comprado.

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No fim a amiga desconfiou das mudanças, e quando a interrogou, Ayesha acabou confessando os crimes, enfim a colega mudou de apartamento e denunciou a ex-amiga as autoridades.

O Tribunal condenou Ayesha Pudden a dois anos de prisão, por portar documento falso, fraude e roubo.

Em defesa a mãe da condenada, afirma que a filha está muito arrependida e que se pudesse voltaria atrás. #Beleza #universidade #Casos de polícia