O clima entre #EUA e Turquia não tem sido dos melhores. Apesar de ambos os países estarem do mesmo lado (ou pelo menos estavam) quando o assunto é a guerra contra o EI na Síria e Iraque, o país de Obama mais uma vez dá preferência para seus próprios interesses e criou um grave mal estar com Recep Tayyip Erdogan.

As organizações curdas são opositoras legitimas ao governo turco, bem como visam a criação de um estado nacional há pouco mais de trinta anos. As organizações são divididas em alguns grupos, como o PKK, que é o Partido dos Trabalhadores Curdos; as Unidades de Proteção Popular e o Partido de União Democrática, sendo que esses dois últimos também lutam contra o Estado Islâmico.

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Os EUA reconhecem o PKK como terroristas, pois estes não possuem nenhuma serventia ao governo americano, mas considera os outros dois grupos como espécies de aliados dignos de elogios por sua ‘guerra contra o #Terrorismo’.

Erdogan questionou o governo de Obama, querendo saber de que lado os EUA estão. Para responder ao presidente da Turquia, John Kirby, que é o porta voz dos EUA, afirmou que o país não reconhecerá as organizações curdas como terroristas e afirma que elas possuem combatentes ‘eficientes’ no combate ao ISIS na Síria.

A reposta norte-americana deixou Erdogan muito irritado, que rapidamente se prontificou em chamar o embaixador americano na Turquia, John Bass, para manifestar todo o seu repudio a conduta americana.

Diante da atual tensão que paira entre as duas nações, é pouco provável que a Turquia aceite invadir território sírio por vias terrestres conforme proposto pelos EUA.

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Obama já sinalizou o Pentágono para iniciarem a invasão em breve. O governo americano pediu emprenho contra os jihadistas por parte dos países do Golfo nessa quinta-feira, 11, principalmente nos próximos dias.

Uma tentativa para cessar fogo em território sírio e evitar uma nova guerra foi feita, mas a Síria tem dez dias para decidir se cessa fogo ou não. Até lá, o mundo fica apenas na expectativa. Os EUA ‘prometeram’ não realizar invasões terrestres até ter uma posição definitiva do exército de Assad.

Em resposta a Rússia declarou que se houver invasão, haverá uma guerra a nível mundial. Nenhum porta-voz dos EUA se manifestou quanto ao aviso russo. #É Manchete!