O cardeal Reinhard Marx, líder da #Igreja católica na Alemanha, aproveitou para declarar-se como apoiador da ideia de redução no número de #Refugiados dentro do território alemão.

Marx chegou a pedir a colaboração da população alemã há poucos dias para que repudiassem as manifestações e ações contra os imigrantes no país. Os protestos aconteceram em várias cidades da Europa.

Poucos dias se passaram deste o dia dos protestos e Marx surpreende a todos ao afirmar que é preciso reduzir o número de refugiados no país. A #Crise migratória tem levado milhões de pessoas a se espalharem por diversas partes do mundo, sobretudo na Europa, que é mais perto dos continentes com conflitos.

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O cardeal deixou claro que a Alemanha não pode ‘acomodar’ todas as dores do mundo ao abrir suas portas para que todos os rejeitados em outros países europeus. A pior parte do excesso de refugiados no país e no mundo não é constituído apenas de famílias em busca de sobrevivência, mas muitos marginais e até terroristas estão ‘camuflados’ nos grupos de pessoas aflitas. Esses fatores colocam a vida de muitos cidadãos do ocidente em perigo e não é possível identificá-los ao chegar na Europa.

Em poucos meses após a Alemanha abrir as portas para os imigrantes, pouco mais de um milhão de pessoas chegaram ao país. Isso só no ano passado, mas acredita-se que se a crise migratória não for contida logo, esse número vai dobrar e outros países da Europa e de outros continentes começarão a sofrer com a alta demanda de pedidos de asilo e refúgio.

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Lutando contra o terrorismo

Uma forma de cessar a parte mais crítica da crise migratória no mundo é derrotar o Estado Islâmico e outros grupos terroristas que têm tirado a paz de pessoas no Oriente Médio. Desde que iniciou seu califado na Síria e parte do Iraque, O ISIS já executou milhares de pessoas, incluindo mulheres, idosos e crianças.

O grupo tem crescido e após revelação de um jihadista preso pelos curdos, o grupo conta com um exército de cerca de 30 mil combatentes, sendo quase metade dele são estrangeiros.

A Rússia e os EUA lideram coalizões que visam destruir esses grupos, mas possuem dificuldades para entrar em um acordo, uma vez que a coalizão americana quer acabar, também, com o governo de Assad e a coalizão russa tem o presidente sírio como aliado e não pretende interferir na política de Bashar Assad. Enquanto não houver um acordo, quem sairá ganhando serão os terroristas.