Uma mulher apareceu viva durante a cerimônias do próprio funeral. Em um momento surpreendente, Noela Rukundo chegou no funeral, para acusar o próprio marido de ter encomendado sua morte. Noela vive em Melbourne, na Austrália, mas tudo aconteceu no Burundi, seu país natal. O marido teria pago alguns homens para a matarem. No entanto, eles receberam o dinheiro mas não concluíram com o contratado. Por isso, Noela chegou viva no próprio funeral, com provas para acusar o marido, que foi agora condenado a nove anos de prisão. 

A notícia está fazendo eco por todo o mundo, depois de nesta sexta-feira, dia 6, os jornais australianos terem revelado o caso insólito dessa mulher. 

De acordo com as informações veiculadas, Noela estava no Burundi, onde foi para o funeral de uma familiar.

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Quando estava saindo do hotel, foi apanhada por um homem, apontando uma arma na sua cabeça. Forçada a entrar no carro, a mulher andou com eles mais de 40 minutos, com a cabeça tapada. Quando finalmente pararam, os homens revelaram tudo o que tinha acontecido, e que teria sido o próprio marido a pagar para que eles matassem a mulher. 

Sem acreditar no que eles estavam contando, eles mostraram uma gravação para ela, em que o marido pedia para que a matassem. Apesar de tudo, eles não a mataram, justificando que ela era irmã de um amigo deles. "Não acreditamos na morte de mulheres", teriam dito os homens. Deixaram-na no local, mas com um celular, para que pudesse pedir ajuda. Entregaram também para ela a gravação do marido. Com tudo isso, Noela conseguiu sobreviver e, no dia do funeral, que o próprio marido tinha organizado, chegou no local, para surpresa de todos. 

De imediato, Noela acusou o marido de ter encomendado sua morte, apresentando as provas que tinha contra ele.

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O homem, Balenga Kalala, ainda teria negado tudo, mas durante o inquérito acabou confessando seu #Crime, pedindo perdão para ela. Apesar de seu arrependimento, foi condenado a nove anos de cadeia. 

Noela regressou para Austrália e está se assumindo como uma sobrevivente.  #Família #Casos de polícia