Uma notícia ganhou repercussão internacional neste domingo, 31. Uma mulher foi presa por abusar de uma criança de onze meses. Detalhe: a criança era sua filha e a mulher era paga para executar o ato.

A prisão aconteceu na última semana na Romênia, mas foi hoje que a notícia começou a se espalhar para outros países. A polícia só chegou até a mulher, que não teve seu nome divulgado, porque o FBI investigava Brandon Gressette, preso no ano passado pelo #Crime de exploração de pornografia infantil e teve acesso às imagens da criança.

A mulher, sem muita instrução ou compreensão das consequências de seus atos, confessou para a polícia que era paga por cerca de sete pessoas para tocar a criança em frente às câmeras.

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Essas pessoas ‘cibernéticas’ eram seus clientes. Segundo ela, aceitou fazer aquilo, pois acreditava que a menina não ficaria traumatizada com a filmagem por ser muito pequena e não entender as coisas.

A presa também disse que seus clientes pediam vídeos quando ela estava grávida. Segundo as informações que correm na mídia, a criança não foi estuprada, mas teve suas partes intimas fotografada e filmadas, além da mãe tocá-la para os clientes verem. A mulher recebia cerca de quinhentos dólares por cliente para exibir a menina.

No período de um ano e quatro meses ela recebeu transferências bancárias que totalizam cerca de sete mil libras procedentes de clientes do Reino Unido, Bélgica, Estados Unidos e Holanda. Se for condenada, poderá pegar até quinze anos de prisão.

Os perigos camuflados

Recentemente o mundo teve a oportunidade de conhecer a história de vida de uma jovem britânica.

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A jovem era carente de afeto, fruto de um relacionamento que não deu certo. Vivia com a mãe, que era alcoólatra.

Na época tinha apenas catorze anos e foi para Atenas com o namorado com quem ia se casar. Mas quando chegou no local, foi vendida por ele para um cafetão, que a estuprou diante de câmeras. Aquela foi a primeira relação da moça e a partir dali precisou se prostituir quase todos os dias por seis anos sob ameaças de assassinarem sua mãe.

Certo dia foi estuprada por 110 homens no período de 22 horas. Desesperada tentou o suicídio e foi no hospital que contou a verdade, ocasião em que contataram sua mãe, que correu para buscá-la. Hoje, aos 25 anos, a moça divide sua história em um livro e vive entre a alegria de saber que em breve será mãe de um filho com seu companheiro e o medo devido o homem que destruiu sua vida continuar tentando contato com ela e seus familiares.

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