Uma mãe deu entrada em um hospital na Inglaterra acreditando que seu bebê estava preparado para nascer. Cinco horas depois desse momento, Hayley foi mandada de volta para casa, pois uma parteira a informou que ela ainda não estava preparada para o parto. Mas, pouco tempo após chegar em sua casa, em Penryn Cornwall, Hayley acabou vendo seu bebê nascer no banheiro.

Após o parto, o bebê teria sido visto por uma parteira, que não reparou nos sintomas que o bebê apresentava - ele tinha sepsia - e ele acabou morrendo, após viver apenas trinta horas. 

Nada correu bem para o pequeno Charlie Jermyn, que poderia ter tido um final bem diferente do que toda essa tragédia- para ele e para seus pais, que não estão aceitando terem perdido o bebê desse jeito.

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Durante o inquérito, que está correndo para apurar o que deu errado no nascimento de Charlie, ficou a dúvida de que o bebê poderia ter sobrevivido se o parto tivesse acontecido, normalmente, no hospital. Mas, tudo indica que o bebê não pegou a infeção no banheiro de casa. Em princípio, tudo indica que Charlie pegou a sepsia (infecção geral grave do organismo causada pela entrada de bactérias, vírus ou fungo na corrente sanguínea), ainda na barriga da mãe. 

Especialistas afirmaram que se o bebê tivesse nascido em um hospital e tivesse começado a tomar os antibióticos  e remédios necessários de imediato, ele poderia mesmo ter sobrevivido. Mas, o erro poderia não ter sido somente das pessoas do hospital, que mandaram Hayley voltar para a casa. Também a parteira que viu o bebê, após ele nascer, teria falhado no diagnóstico. 

De acordo com o jornal The Sun, a parteira teria ignorado dois sintomas importantes: a sonolência e a falta de apetite do bebê.

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Charlie também emitia grunhidos horas depois do nascimento e isso é um sinal alarmante, segundo o Doutor James Gray, microbiologista, e isso deveria ter sido notado para que ele fosse encaminhado para o hospital. Apenas trinta horas após nascer, no banheiro de casa, Charlie não resistiu e morreu.  #Família #Europa #sistema de saúde