Há cinco meses o mundo ficou chocado com as imagens do corpo do pequeno Aylan em uma praia turca. A fatalidade acordou o mundo para o constante perigo que #Refugiados correm todos os dias ao fugirem da guerra.

Nesse fim de semana uma embarcação super lotada com 120 imigrantes bateu em uma pedra pouco tempo depois de deixar Behram, na Síria. O barco afundou e cerca de trinta e nove pessoas ficaram presas embaixo do convés, sendo um deles um menino de cerca de cinco ou seis anos de idade. Desde o começo do ano várias crianças morreram em naufrágios.

Os moradores acordaram com os gritos dos imigrantes e correram para tentar salvá-los.

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Várias pessoas conseguiram ser salvas, mas outras não resistiram, pois ficaram muito tempo embaixo da água.

O prefeito da cidade onde aconteceu o naufrágio, Mehmut Sahin, disse temer que o número de vítimas aumente com o prosseguimento das buscas feitas pelos mergulhadores.

Ainda não foi divulgado maiores informações sobre o menino, bem como sobre algum possível sobrevivente de sua família.

Todos os dias diversas pessoas fogem de seus respectivos países na África e no Oriente Médio em decorrência da guerra e ações de grupos terroristas como Estado Islâmico, Boko Haram e outros de menor expressão, mas tão cruéis quanto seus inspiradores.

Estima-se que existam cerca de 60 milhões de imigrantes no mundo, sendo parte deles na condição de refugiados. Enquanto muitos estendem as mãos para ajudar as diversas famílias que fogem, muitas vezes em duas ou três gerações, terroristas do ISIS se infiltram entre os necessitados para entrar com mais facilidade na #Europa e cometer atrocidades.

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Da mesma forma, criminosos dos países em guerra fogem e colocam cidades e acampamentos de refugiados em alerta.

Angela Merkel, uma das chefes de Estado que mais estendeu as mãos para os refugiados admitiu recentemente que não é possível conter a #Crise migratória, que a situação já saiu do controle da Alemanha e de qualquer país da Europa.

Muitos países estão deportando milhares de imigrantes para seus respectivos países. Na Alemanha, Suécia e Dinamarca, bens são confiscados dos imigrantes assim que eles chegam no país. Na Hungria, os refugiados que ainda se encontram por lá; impossibilitados de seguir viagem para a Alemanha; vivem em situações precárias nos campos de refugiados.