Vários líderes de Nações pelo mundo se reuniram, extraordinariamente, neste domingo para tratar do lançamento do míssil de longo alcance autorizado pessoalmente pelo líder norte-coreano, Kim Jong-un. Nos Estados Unidos, em Nova York, foi convocada uma reunião do Conselho de Segurança da Nações Unidas. Em Washington, a conselheira de segurança nacional do presidente Barack Obama, Susan E. Rice, disse que o lançamento era "uma violação flagrante das múltiplas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas", conforme noticiou o Jornal The New York Times.

A Coreia do Norte afirma que os testes são unicamente para fins pacíficos e que consistiriam na preparação para lançamentos de satélites no espaço aéreo e para o desenvolvimento da tecnologia no país. Entretanto, os líderes mundiais não acreditaram nas declarações vindas daquele país.

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O secretário-geral da Nações Unidas Ban Ki-moon declarou que "É profundamente lamentável que a Coreia do Norte realize um lançamento usando tecnologia de míssil balístico", asseverou ainda que o país violou várias resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a despeito dos apelos em conjunto de toda a comunidade internacional para que não prosseguisse com as ações.

Após a reunião em Nova York os integrantes do Conselho de segurança da #ONU condenaram, veementemente, as ações e afirmaram ser uma ameaça a paz de vários países inclusive do Estados Unidos, além de descartarem a hipótese de testes com intenções pacíficas. Visto que, em um dos comunicados do comandante da Forças Nacionais da Coreia, general Curtis M. Scaparrotti, declarou que o país continua a desenvolver as suas armas nucleares, de acordo com o Jornal The Washington Post.

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O secretário-geral Ban Kim-moon garantiu que continuará a trabalhar para refrear as tensões entre todos os países e para desarmar o país Norte Coreano. O Conselho de Segurança da ONU não deram muitas informações sobre as novas punições à Coreia do Norte, que não aparenta preocupação com a possibilidade de sofrer sanções. #Ataque #EUA