A consultoria Henley & Partners apresentou a sua publicação Visa Restrictions Index (Índice de Restrições de Vistos), que é uma listagem com as nações que detém os passaportes de viagens que viabilizam o acesso a um maior número de outros países como destinos sem que seja obrigatória a obtenção de visto.

O ditado de que “tamanho não é documento” no que se refere ao ranking de passaportes em questão é uma verdade. Por exemplo, o Brasil surge na 20.ª posição no ranking geral, onde o gigante sul-americano em território está atrás de países pequenos como Chipre e a nação de Liechtenstein.

Mesmo assim o passaporte do Brasil consta no grupo dos mais poderosos, pois os cidadãos brasileiros conseguem alcançar 148 destinos nos quatro cantos do mundo, sem a obrigação da apresentação de um visto do país de destino concedendo o livre ingresso de brasileiros e com uma garantia específica para os que por lá desembarcam.

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A pesquisa anual da Henley & Partners considerou 219 territórios e nações. Os primeiros da lista são Grã-Bretanha e Alemanha com livre entrada a 173 países sem a obrigatoriedade do visto. Já o Afeganistão e o Iraque são os que têm os passaportes mais frágeis no que diz respeito ao livre acesso a outras nações, não ultrapassando o número de 25 nações com livre entrada.

Os 20 passaportes mais fortes são: 1.º - Reino Unido e Alemanha com acesso a 173 países; 2.º - EUA, Finlândia e Suécia indo a 172 países; 3.º - França, Dinamarca, Itália, Japão, Coréia do Sul, Luxemburgo, Holanda e Noruega para 171 países; 4.º - Bélgica, Canadá, Nova Zelândia, Portugal e Espanha com acesso a 170 nações; 5.º - Irlanda, Áustria, Singapura e Suíça com acesso a 169 terras; 6.º - Austrália com acesso a 168 Estados; 7.º - Grécia e Malta podendo ir a 167 Estados; 8.º - Hungria e Malásia com liberação a 163 nações; 10.º - Eslováquia com liberação a 162 Estados; 11.º - Liechtenstein e Eslovênia com liberação a 161 territórios estrangeiros; 12.º - Letônia com liberdade a 160 países; 13.º - Estônia e Lituânia com comunicação sem restrição a 159 países; 14.º - Polônia e Chipre sem necessidade de visto a 158 terras; 15.º - República de San Marino a 153 nações; 16.º - Hong Kong ligando-se a 152 nações; 17.º - Mônaco a 151 terras; 18.º - Argentina, Brunei, Chile e Bulgária a 150 países; 19.º - Andorra e Romênia com acesso a 149 nações e 20.º - Brasil a 148 nações sem visto.

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Os 20 passaportes mais fracos são: 1.º - Afeganistão a somente 25 nações; 2.º - Iraque a 29 países; 3.º - Somália a 30 nações; 4.º - Paquistão a 31 Estados; 5.º - Síria a 33 países; 6.º - Nepal, Eritreia e Territórios Palestinos a 34 Estados; 7.º - Etiópia, Sudão do Sul e Sudão a 35 territórios estrangeiros; 8.º - Kosovo a 36 nações; 9.º - Irã, Líbano, Libéria e Líbia a 37 países; 10.º - Sri Lanka a 38 nações; 11.º - Iêmen e Coréia do Norte a 39 Estados; 12.º - Angola, Bangladesh e Mianmar a 40 países; 13.º - Burundi, Congo e Djibuti a 41 regiões do planeta; 14.º - Guiné Equatorial a 42 países; 15.º - Guiné com acesso a 43 países; 16.º - Nigéria, Camarões, República Centro-Africana e Jordânia a 44 países; 17.º - China, Argélia, Haiti, Vietnã e Laos acessando a 45 países; 18.º - Guiné-Bissau e Madagascar relacionando-se a 46 nações; 19.º - Egito, Camboja, Ruanda, Chade, Gabão e Turcomenistão a 47 países; 20.º - Butão com acesso a 48 nações. #Turismo #Europa #Crise migratória