Todos os cuidados são poucos quando se trata do mosquito Aedes Aegypti que transmite o #Zika Vírus a #Dengue e a febre chikungunya.

O zika preocupa principalmente as mulheres grávidas ou mulheres que pretendem engravidar. A associação do vírus com a microcefalia está deixando em pânico as grávidas.

Mas segundo informações do Ministro da Saúde Marcelo Castro uma parceria entre dois renomados Institutos de Educação, oferece uma luz no fim do túnel. Uma vacina esta sendo desenvolvida em conjunto pelo Instituto Evandro Chagas, localizado em Belém estado do Pará e pela Universidade do Texas nos Estados Unidos.

Essa parceria pode diminuir o tempo de pesquisa da vacina em um ano, segundo informações do Ministro.

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Será um ano para o desenvolvimento e dois anos para testes em animais e em humanos.

A vacina estará disponível para a população daqui a três anos se tudo der certo. "O caso é tão urgente que estamos pedindo a presença da FDA [órgão americano de vigilância sanitária] e da Anvisa para eliminar burocracias. Não queremos pular etapas, mas agilizar etapas", relata o Ministro

O cronograma oficial para desenvolvimento da vacina é de dois anos, mas tanto o Ministro quanto o pesquisador Pedro Vasconcelos que coordenará o projeto pelo Brasil este prazo poderá certamente ser reduzido para um ano.

Os testes em animais ocorrerão simultaneamente no Brasil em macacos e nos Estados Unidos em camundongos. Essa prática é o que dá esperanças de conseguir produzir a vacina em menos tempo.

Nas últimas semanas o Brasil vinha sofrendo críticas da comunidade científica mundial por não facilitar o acesso ás amostras do vírus.

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Novas parcerias devem ocorrer, uma delas é a vinda de técnico do Centro de Prevenção e Controle de Doença (CDC) americano para estudar a relação do vírus com a microcefalia. Os estudos devem começar ainda este mês e serão realizados no Estado da Paraíba.

Técnicos do CDC estão no Brasil desde novembro de 2015, estudando a ligação do zika com a síndrome de Guillain-Barré. Nenhum resultado foi divulgado ainda.

Enquanto a vacina não é desenvolvida e disponibilizada para a população, os cuidados devem ser redobrados tanto para evitar a proliferação do mosquito como a contaminação pelo vírus.