A justiça brasileira decidiu: #Neymar tem as suas contas bancárias (e da família), na ordem dos 43 milhões de euros, bem como seu jato, iate e várias casas, bloqueadas pela Receita Federal. Como publicou o jornal “Dinheiro Vivo”, o jogador deve 63 milhões de reais de impostos, acumulados ao longo de vários anos, que com a ajuda das empresas do seu pai, escaparam da fiscalização. Agora, além de ter a maioria dos seus bens valiosos bloqueados, Neymar pode enfrentar uma pena de prisão que pode ser de até cinco anos.

Quando tudo parecia estar correndo bem a um dos melhores jogadores do mundo, estando cada vez mais perto de chegar ao nível de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, a sonegação de impostos protagonizada por Neymar e o seu pai podem fazer com que a brilhante carreira do jovem jogador esteja agora em sérios riscos de ser interrompida.

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Segundo garante o site “Globo Esporte”, a decisão da justiça brasileira para o congelamento dos bens de Neymar já foi enviada para os cartórios de todas as cidades brasileiras, várias cidades do estado de São Paulo e uma de Santa Catarina, onde a família do craque tem vários imóveis, além dos  bens valiosos, como é o caso de um jato privado, no valor de 2,6 milhões de euros, e de um iate que também foi comprado pelo jogador. A Procuradoria da Fazenda Nacional anunciou que Neymar não pagou cerca de 63 milhões de reais de impostos pelos seus direitos de imagem, motivo pelo qual a justiça brasileira não teve outra solução, a não ser bloquear as contas e os bens do brasileiro, que pode chegar à soma de incríveis 192 milhões de reais.

Apesar de Neymar ainda não ter reagido à notícia, se espera que o jogador peça um recurso pela decisão do congelamento dos seus bens, em uma que pode ser a luta mais difícil da vida do ainda jovem jogador.

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Além de ter que convencer a justiça brasileira que cumpriu com todas as leis, recuperando assim os bens que estão bloqueados, Neymar vai ter que lutar pela sua liberdade, visto que caso seja considerado culpado, o brasileiro pode ser preso durante os próximos cinco anos. #Investigação Criminal #Casos de polícia