O senador Roy Blunt está enfrentando perguntas em sua campanha de reeleição a respeito de seus projeto idealizados e notificados durante a Guerra do Vietnã. De acordo com o jornal "Kansas City Star", nesta quarta-feira (10), o senador republicano foi classificado como "2-S" por três anos por conta de três adiamentos estudantis. No dia que essa informação foi requerida, essa classificação negativa não foi disponibilizada para o senador. O rival democrata de Blunt, Missouri aproveitou os relatórios a respeito do candidato.

Segundo o democrata Missouri, Blunt não serviu com integridade ao Vietnã e sim escondeu esses três adiamentos declarando que não se lembrava deles.

Publicidade
Publicidade

Muitos não perdoaram essa questão e estão fazendo de tudo para denegrir o candidato. Reivindicações do candidato foram efetuadas e o senador se abriu falando da situação. No discurso não escondeu nada. O porta-voz do senador Blunt, Brian Hart comunicou nessa quinta-feira: "O senador Blunt estava participando da Universidade do Sudoeste Batista em Bolivar. Quando ele completou 18 anos e tornou-se elegível para o projeto, foi classificado com um diferimento de aluno enquanto estudante da graduação. Formou-se em três anos e depois foi reclassificado como disponível por completo para o serviço, em 1970, durante o primeiro ano do projeto de loteria. Seu número de loteria não foi chamado."

De acordo com a "Kansas City Star", o escritório de Blunt em 2015 de início alegou que o senador em 1969 tinha um projeto de número alto e de maneira surpreendente não foi chamado.

Publicidade

Mas nessa fase, os registros mostram que ele ainda estava classificado como um estudante adiantado, que em última análise o impediu de ser chamado. Sua equipe teria colocado culpa nas "memórias pobres" gerando mais confusão ainda. Após a formação de Blunt no ano de 1970, ele foi então reclassificado para um status de 1-A com um número 325 no projeto de loteria que na época era um número alto o suficiente para impedi-lo de fato de elaborar algum projeto.

Mesmo com tantas situações contra o senador, muitos eleitores estão apostando no político. #Eleições #Reforma política #Eleições 2016